- A alta gestão da Samsung Electronics Co. fez, na sexta-feira à noite, uma visita rara aos líderes da maior sindicalização da empresa para tentar reativar as negociações salariais, após as conversas mediadas pelo governo terem fracassado no início da semana.
- As negociações salariais estavam paralisadas e não houve acordo até o momento.
- As ações da Samsung caíram 8,6 por cento nas negociações em Seul na sexta-feira, refletindo preocupações dos investidores com a possibilidade de greve.
- O sindicato ameaça uma greve de dezoito dias a partir de 21 de maio caso suas exigências não sejam atendidas.
- A Samsung, considerada a maior fabricante de memória do mundo, enfrenta impactos potenciais na operação se a paralisação ocorrer.
A direção da Samsung Electronics realizou, na noite de sexta-feira, uma visita aos líderes do maior sindicato da empresa, em uma tentativa de reativar as negociações salariais que estão paralisadas desde o fim da semana anterior.
Segundo apuração, o encontro ocorreu após as negociações mediadas pelo governo terem fracassado ainda nesta semana, deixando o impasse em aberto entre a administração e os trabalhadores.
As ações da Samsung caíram 8,6% nas negociações em Seul na sexta-feira, refletindo a preocupação dos investidores com a possibilidade de uma greve que poderia interromper operações no maior fabricante mundial de memória. O sindicato já havia anunciado uma greve de 18 dias, caso suas reivindicações não sejam atendidas, com início previsto para 21 de maio.
A negociação busca encerrar pontos pendentes sobre salários e condições de trabalho, que motivaram o racha entre a empresa e a base sindical. O comunicado oficial reiterou que as partes permanecem abertas ao diálogo, mas sem detalhes sobre novos prazos ou ofertas.
Entre na conversa da comunidade