- A inflação da Argentina caiu para 32,4% ao ano em abril, ante 32,6% em março.
- Em abril, a inflação mensal ficou em 2,6%, acima da projeção central de 2,5% dos economistas consultados pela Bloomberg.
- Transportes foi o maior fator de pressão mensal, com alta de 4,4%, puxada principalmente pelos combustíveis; educação subiu 4,2%.
- O presidente Javier Milei comemorou a desaceleração da inflação em publicação na rede social X.
- Desde 1º de maio, a tarifa do metrô em Buenos Aires passou a custar 1.490,36 pesos argentinos, o equivalente a cerca de US$ 1,05.
A inflação da Argentina desacelerou para 32,4% no acumulado de 12 meses até abril, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). O 12 meses anterior registrava 32,6%.
Em comparação mensal, o índice subiu 2,6% em abril, acima da mediana de previsão de 2,5% apurada junto a economistas pela Bloomberg.
O resultado mantém a inflação mensal entre 2% e 3% ao longo de 2025 e início de 2026.
Entre os setores, transportes foi o principal motor da alta de abril, com avanço de 4,4%, puxado pelo aumento de combustíveis.
Educação subiu 4,2%, seguido por comunicação (4,1%), habitação, água, elétricidade, gás e outros combustíveis (3,5%).
Pronunciamento de Milei
O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou o recuo da inflação em publicação na rede social X, afirmando que há um retorno à normalidade. Ele citou ainda ataques de opositores e impactos externos da guerra no Oriente Médio.
O Indec aponta ainda que, desde 1º de maio, a tarifa do metrô de Buenos Aires passou a custar 1.490,36 pesos argentinos, cerca de US$ 1,05, contribuindo para o repasse de custos aos consumidores.
Apesar da desaceleração anual, a inflação mensal permanece elevada, com 2025 mantendo leituras entre 2% e 3% na maioria dos meses.
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