Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ouro cai mais de 3% com dólar forte e atinge menor nível do mês

Treasuries sobem e dólar se fortalece, pressionando o ouro; petróleo acima de US$ 109 sustenta temores de inflação global

— Foto: Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • O ouro caiu três vírgula zero cinco por cento, cotado a US$ 4.542,30 por onça, atingindo o menor nível desde o dia cinco de maio.
  • A fora semanal aponta para uma queda de três vírgula seis por cento até o momento.
  • Os rendimentos dos títulos do Tesouro americano de dez anos avançam e se aproximam de máximas em quase um ano, elevando o custo de oportunidade de manter ouro.
  • O dólar forte reduz a atratividade do metal, já que o ouro é cotado na moeda norte‑americana.
  • O petróleo Brent sobe acima de US$ 109 por barril, com alta semanal de sete vírgula oito por cento, reforçando temores de inflação; o edital FedWatch indica quase total eliminação de cortes de juros neste ano.

O ouro caiu mais de 3% nesta sexta-feira, pressionado por rendimentos elevados dos títulos do Tesouro dos EUA e pela força do dólar, em um cenário de aversão global ao risco. O metal acompanha o tom de mercado, com pressões inflacionárias em foco.

Por volta de 11h20 (horário de Brasília), o ouro à vista recuava 3,05%, a US$ 4.542,30 por onça, atingindo o menor nível desde 5 de maio. A perda de hoje soma à queda semanal de cerca de 3,6%.

O movimento ocorre com o rendimento da Treasuries de 10 anos próximo de máximas em quase um ano, elevando o custo de oportunidade de manter ouro que não rende juros. O dólar fortalecido também reduz a atratividade do metal para compradores internacionais.

Influência da inflação e do petróleo

Os agentes monitoram a inflação, com dados recentes indicando pressões maiores em consumidores e empresas, alimentadas pela alta do petróleo em meio a tensões no Oriente Médio. O Brent avança 7,8% na semana, acima de US$ 109 por barril.

O estreito de Ormuz permanece com restrições, alimentando preocupações sobre oferta de petróleo global. A possível transmissão de custos para a inflação sustenta expectativas de juros elevados, limitando o apetite pelo ouro.

Os dados de inflação elevam o debate sobre política monetária, com o mercado de futuros indicando menor probabilidade de cortes de juros nos EUA neste ano, conforme ferramenta FedWatch da CME.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais