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Bet citada em documentos de ilegalidade tem aval para atuar no Brasil

Autorização da 1xBet no Brasil confirmada em julho de 2025, após controvérsias sobre operação sem licença e classificação como maior esquema de apostas ilegais do mundo

A 1xBet estava entre as empresas autorizadas provisoriamente pelo Ministério da Fazenda a operar durante o período de adequação da regulamentação das apostas esportivas, até dezembro de 2024
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  • A 1xBet obteve autorização para operar no Brasil em julho de 2025, após atuar no início de 2025 sem licença definitiva do Ministério da Fazenda.
  • O jornal Estado de S. Paulo aponta que a plataforma era autorizada provisoriamente até dezembro de 2024, e só recebeu autorização oficial em julho de 2025.
  • A operação brasileira é realizada pela Defy Ltda., com sede em Caxias do Sul (RS), e há relatos de dificuldades para saque e bloqueio de ganhos em ações judiciais.
  • Documentos anexados a processos e veículos de imprensa indicam ligações entre domínios usados pela 1xBet e o endereço da operação autorizada no país; empresário ligado à Defy aparece em eventos como representante da 1xBet no Brasil.
  • Relatórios internacionais associam a 1xBet a operações ilegais de apostas, lavagem de dinheiro e uso de eventos esportivos falsos; a empresa nega ligações com sites questionados e afirma seguir padrões de compliance.
  • O governo disse que o licenciamento ocorre conforme a Lei nº 14.790/2023 e a Portaria nº 827/2024, com possibilidade de revisão das autorizações caso surjam novos fatos.

A 1xBet obteve autorização para atuar no Brasil em julho de 2025, conforme informações de autoridades e da imprensa. A plataforma já operava no início de 2025 sem licença definitiva do Ministério da Fazenda, segundo reportagem do Estado de S. Paulo. A empresa responde ainda a processos judiciais envolvendo bloqueio de valores e dificuldades de saque.

A operação brasileira é conduzida pela Defy Ltda., sediada em Caxias do Sul (RS). Em ações judiciais, apostadores alegam impedimentos para resgates e apontam bloqueios de ganhos. Em alguns casos, a Defy negou vínculo com domínios usados pela 1xBet, argumento rejeitado pela Justiça em ações tramitando em várias regiões.

A reportagem do Estadão também aponta ligações entre o empresário Carlos Eduardo Ferreira, ligado à Defy, e eventos do setor como representante da 1xBet no Brasil. Documentos em processos sugerem conexões entre domínios questionados e o endereço da operação autorizada no país.

Processos e investigações no Brasil

  • Relatos de disputas judiciais destacam dificuldades de saque e acusações de bloqueio de valores.
  • A Defy sustenta não ter relação com determinados sites, enquanto a Justiça mantém decisões que contestam esse argumento.
  • A prática é acompanhada de controvérsias sobre a atuação da marca no Brasil frente a autoridades.

Contexto internacional e posições da 1xBet

  • Relatórios de grupos de investigação associam a 1xBet a operações ilegais e suspeitas de lavagem de dinheiro.
  • A Sportradar, fornecedora de monitoramento de integridade para a FIFA, CBF e Conmebol, é citada em análises ligadas à empresa.
  • Relatórios adicionais sugerem que a 1xBet figura como parceira de operações consideradas ilegais por autoridades internacionais.

Reação de representantes e do governo

  • A 1xBet afirma que a operação no Brasil é independente da estrutura internacional e sustenta cumprir normas globais de compliance, governança e jogo responsável.
  • O Ministério da Fazenda informou que o licenciamento ocorreu conforme lei e portarias, com avaliação da estrutura societária até o beneficiário final.
  • A pasta ressaltou que autorizações podem ser revistas caso surjam indícios de descumprimento, assegurando contraditório e ampla defesa.

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