- O petróleo Brent subiu mais de 1% e ficou acima de US$ 110,50 por barril, após alta de quase 8% na semana passada.
- EUA e Irã seguem sem acordo para encerrar quase três meses de conflito e restabelecer o tráfego no estreito de Hormuz.
- Os contratos futuros de Treasuries recuaram, em meio a expectativas de pressão inflacionária com o petróleo em alta.
- As ações asiáticas mostravam tendência de queda na segunda-feira diante do cenário de conflito e inflação elevada.
- Títulos australianos e neozelandeses também registraram queda na abertura dos mercados.
O petróleo avançou e os contratos futuros de Treasuries recuaram, com EUA e Irã sem acordo para encerrar quase três meses de conflito e permitir o trânsito de navios pelo Estreito de Hormuz. O movimento ocorre diante de negociações estagnadas entre as duas potências e persistente tensão regional.
Brent subiu mais de 1% e ficou acima de US$ 110,50 por barril, após registro de ganho próximo de 8% na semana anterior. A alta acompanha declaração de Donald Trump de que o tempo para um acordo está quase no fim, elevando as expectativas de interrupções no fornecimento.
Futuros de Treasuries caíram, pressionando rendimentos com a percepção de inflação elevada e impacto sobre o crescimento. A conjuntura ocorre em meio a sinais de maior aversão a risco nos mercados globais, com aperto em ativos de renda fixa de curto prazo.
Mercados asiáticos surgiram com potencial de queda na sessão seguinte, refletindo o cenário de maior cautela frente ao conflito no Oriente Médio e a incerteza sobre a retomada das rotas de navegação. Bund e gilts também acompanharam o ajuste global de ativos de renda fixa.
Impasse EUA-Irã impacta mercados
O conflito entre Estados Unidos e Irã continua sem resolução, mantendo o estreito de Hormuz como ponto sensível para o abastecimento global. Analistas destacam que qualquer escalada pode manter a pressão sobre prêmios de risco e preços de energia nos próximos dias.
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