- A produção média própria da Petrobras no 1º trimestre de 2026 foi de 3,23 milhões de boed, alta de 3,7% em relação ao 4º trimestre de 2025 e 16,1% frente ao 1º trimestre de 2025.
- O resultado teve impulso do ramp-up dos FPSOs P-78 (Búzios), Alexandre de Gusmão (Mero) e das unidades Anna Nery e Anita Garibaldi (Marlim e Voador), aliado à manutenção da produtividade e à redução de perdas com paradas de manutenção.
- A P-78 iniciou a injeção de gás em 2 de março, em tempo recorde para comissionamento entre plataformas próprias; a ancoragem da P-79 foi concluída em 12 dias, novo recorde interno.
- A produção total operada atingiu 4,65 milhões de boed e a produção operada no pré-sal chegou a 4,01 milhões de boed, ambos recordes trimestrais.
- No refino, a produção de derivados subiu 6,7% no trimestre, para 1,816 milhão de barris por dia; o fator de utilização do parque atingiu 95%, com pico de 97,4% em março, maior nível desde dez/2014, e diesel S10 atingiu 512 mil barris por dia em março; Magda Chambriard destacou aproximação com consumidores para soluções alinhadas às demandas de mercado e à descarbonização.
A Petrobras registrou recorde de produção própria no 1º trimestre de 2026, com média de 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). O volume é 3,7% superior ao 4T25 e 16,1% acima do 1T25. O desempenho foi impulsionado pelo ramp-up de FPSOs emBúzios, Mero, Marlim e Voador.
Entre os destaques, estão as plataformas P-78 e P-79, bem como a conectividade de novas fases nos campos citados. A companhia aponta melhoria na produtividade, eficiência operacional e redução de perdas por paradas de manutenção como fatores-chave.
A P-78 iniciou a injeção de gás em 2 de março, em 61 dias desde o início da produção, registrando o menor tempo de comissionamento do sistema de compressão e injeção entre plataformas próprias. A operação de ancoragem da P-79 foi concluída em 12 dias, estabelecendo novo recorde interno.
Desempenho do refino e captura de valor
No segmento de RTC, a produção total de derivados cresceu 6,7% no 1T26 frente ao 4T25, chegando a 1,816 milhão de barris por dia. Diesel, QAV e gasolina responderam por 68% da produção de derivados no período.
O FUT do parque de refino ficou em 95% no trimestre, 6 p.p. acima do trimestre anterior, com março atingindo 97,4%, o maior nível desde 2014. A Petrobras alcançou recorde mensal de diesel S10 em março, com 512 mil barris por dia.
A participação do petróleo do pré-sal na carga processada atingiu 69%, ampliando a flexibilidade para a produção de derivados de maior valor agregado. As vendas internas de derivados cresceram 2,9% em relação ao 1T24, com QAV subindo 9,6% para 126 mil bpd.
A empresa destacou a redução das importações de GLP, que somaram 26 mil bpd no trimestre, o menor valor já registrado. O resultado foi impulsionado pela produção do Complexo de Energias Boaventura e pela maior utilização do parque de refino.
Magda Chambriard, presidente da Petrobras, ressaltou que a aproximação com consumidores finais facilita o alinhamento de soluções com demanda de mercado e metas de descarbonização.
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