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BC fica mais perto de pausa, aponta Goldman

Banco Central está próximo de pausa em cortes, segundo Goldman Sachs, com petróleo no Oriente Médio e inflação ainda distante da meta

Alberto Ramos, do Goldman Sachs: o espaço para cortes tem se reduzido rapidamente. (Foto: Bloomberg Línea)
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  • O Banco Central está muito perto de pausar o ciclo de cortes, segundo Alberto Ramos, do Goldman Sachs, com dois cortes de 25 pontos-base sendo uma possibilidade, desde que haja solução para retomar fluxos de petróleo no Oriente Médio.
  • Ramos afirma que o espaço para reduzir juros se reduz rapidamente, e que, em condições normais, o BC não cortaria no momento.
  • O mercado global de ações opera em queda, enquanto títulos se mantêm estáveis, com o petróleo respondendo ao impasse entre EUA e Irã.
  • O bilionário Elon Musk disse que pretende fazer o IPO da SpaceX “muito em breve”, com expectativa de captar até US$ 75 bilhões e valor de mercado acima de US$ 2 trilhões.
  • O presidente americano informou ter comprado entre US$ 1 milhão e US$ 5 milhões em ações da Kura Sushi USA no primeiro trimestre, além de investimentos em Nvidia, Amazon e Apple.

O Banco Central brasileiro pode anunciar uma pausa no ciclo de cortes de juros. A percepção é alimentada por preços em alta, inflação ainda distante da meta e atividade econômica resiliente. A avaliação vem ganhando força entre agentes do mercado.

Segundo Alberto Ramos, diretor de pesquisa macroeconômica da América Latina no Goldman Sachs, o espaço para redução de juros se estreita diante de tensões com o petróleo no Oriente Médio. O BC estaria próximo de sinalizar pausa.

A visão é de que dois cortes de 25 pontos-base, com sinalização de próximos passos abertos, seriam adequados. No entanto, em condições normais, o BC não deveria cortar diante do juro já restritivo, afirmam analistas.

Mercados e cenários

As ações globais registram queda nesta segunda-feira, com volatilidade no mercado de títulos. O petróleo reage a divergências entre EUA e Irã, impactando os preços. Estrategistas do Morgan Stanley apontam risco de correção, ainda que mantenham visão otimista de longo prazo.

No radar, a expectativa pelo IPO da SpaceX é um destaque: Elon Musk indicou que a oferta pode ocorrer em breve, com potencial de captar até US$ 75 bilhões e levar a empresa a um valor de mercado acima de US$ 2 trilhões.

Outros movimentos chamam atenção: a atuação recente de Donald Trump em ações de tecnologia e varejo, além de discursos sobre investimentos e governança corporativa. A pauta econômica segue com foco em juros, inflação e ritmo de crescimento.

Agenda e destaques

Entre os destaques da Bloomberg Línea, aparecem também notas sobre juros de 30 anos em 5%, mudanças na gestão de empregos na era da IA, e a crise de marcas de higiene que impacta supermercados. A cobertura completa reúne indicadores, análises e tendências do mercado.

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