- Standard Chartered vai cortar mais de quinze por cento das funções de back‑office até 2030, cerca de 7.800 vagas.
- A empresa pretende realocar parte dos trabalhadores afetados para outras funções dentro do grupo.
- A decisão faz parte da estratégia global liderada pelo CEO Bill Winters, com foco na Ásia e África.
- A instituição afirma ampliar o uso de automação, análise avançada e inteligência artificial para melhorar processos e o atendimento aos clientes.
- O setor financeiro tem visto cortes de empregos com a IA ganhando espaço; o DBS anunciou corte de cerca de 4.000 contratos temporários nos próximos três anos.
Standard Chartered anunciou cortes de milhares de vagas à medida que aumenta o uso de inteligência artificial (IA) na gestão de operações. A empresa britânica planeja reduzir mais de 15% das funções de apoio administrativo até 2030, cerca de 7.800 cargos.
A orientação interna aponta para realocar parte dos funcionários afetados para outras funções dentro do grupo. Não foram informados detalhes sobre as áreas ou localidades específicas onde ocorrerão as reduções.
A companhia reiterou que a automação, a análise avançada de dados e a IA serão usadas para tornar processos mais eficientes, melhorar a tomada de decisão e aprimorar o atendimento aos clientes. O plano faz parte da estratégia global do CEO Bill Winters para o banco, com foco na Ásia e África.
Contexto setorial
Há movimentos semelhantes no setor financeiro, com DBS anunciando em fevereiro a redução de cerca de 4.000 contratos e funções temporárias nos próximos três anos. O uso de IA e automação tem impulsionado cortes em várias companhias ao longo de 2024 e 2025.
O impacto também é observado no setor de tecnologia, onde grandes empresas anunciaram demissões significativas mesmo com investimentos em IA. Meta, Amazon e Oracle reduziram milhares de vagas neste período, segundo relatos de mercado.
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