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Galípolo classifica como grave o envolvimento de servidores no caso Master

Galípolo classifica caso Master como um dos fatos mais graves da história do Banco Central, após afastamento de dois servidores

Servidores foram afastados em março desse ano
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  • O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, classificou o afastamento de dois servidores envolvidos no caso Master como um dos fatos mais graves da história da instituição.
  • Os funcionários afastados em março ocupavam cargos de chefia.
  • Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana são suspeitos de fornecer orientações estratégicas sobre processos administrativos e de prestar consultoria ao Master.
  • De acordo com as investigações, Paulo Sérgio atuava como consultor informal a Vorcaro, sugerindo abordagens a serem usadas em reuniões com dirigentes do Banco Central; Belline Santana também prestava consultoria estratégica a Vorcaro.
  • O presidente da Comissão do Senado, Renan Calheiros, disse ter apurado 24 visitas de Vorcaro ao BC na gestão de Campos Neto, totalizando 21h e 45 min de reuniões; Galípolo afirmou que reuniões longas são comuns em bancos em dificuldade.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, classificou como gravíssimo o afastamento de dois servidores envolvidos no esquema relacionado ao Banco Master. A declaração ocorreu durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, em 19 de maio. Os servidores foram afastados em março deste ano e ocupavam cargos de chefia.

Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana são apontados como suspeitos de fornecer orientações estratégicas sobre processos administrativos e de prestar consultoria ao Master. Investigações indicam que Paulo Sérgio mantinha relação informal e contínua com Vorcaro, oferecendo argumentos e estratégias para reuniões com dirigentes do BC. Belline, por sua vez, atuava em discussões sobre a situação regulatória do Master e a condução de procedimentos administrativos.

O presidente da Comissão do Senado, Renan Calheiros, mencionou informações de que Vorcaro realizou 24 visitas ao Banco Central na gestão anterior. Ao todo, as reuniões somaram 21 horas e 45 minutos. Galípolo afirmou que reuniões longas com bancos em crise são comuns, especialmente quando o BC adotava controles mais rigorosos sobre o Master naquela época.

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