Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Galípolo: gravar vídeo para o TikTok não é função do BC

Bate-boca na CAE expõe divergências sobre a venda do Master e o tom do Banco Central; Galípolo afirma não gravar vídeos para redes e defende ações tomadas

Declarações da Galípolo (foto) ocorreram durante audiência pública no Senado
0:00
Carregando...
0:00
  • Durante a CAE, o presidente do Banco Central, Galípolo, afirmou que não é função da instituição gravar vídeos para o TikTok.
  • Ele reclamou várias vezes durante o bate-boca que não conseguia terminar suas respostas, chegando a pedir “um minuto para falar”.
  • Calheiros afirmou que Galípolo disse que a venda do Master ao BRB seria correta; o presidente negou, e o áudio não foi apresentado.
  • O atendimento ao caso Master e a tentativa de compra pelo BRB foram vistos como técnicos por agentes do mercado; Galípolo disse ter havido pressão para aprovar a operação, mas o BC resistiu.
  • Houve divergência sobre a proposta de autonomia financeira do BC: Calheiros não apoiou a ideia, enquanto Galípolo defendeu as medidas tomadas durante a liquidação do Master.

O presidente do Banco Central, Galípolo, participou de uma sessão da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado e teve um bate-boca com o senador Renan Calheiros sobre a venda do Master Bank ao BRB. A discussão girou em torno de decisões do BC envolvendo o processo de liquidação e a tentativa de compra pelo BRB.

Segundo relato de Calheiros, Galípolo afirmou que a operação envolvendo o Master Bank seria correta, enquanto o BC negou esse entendimento. Não houve apresentação do áudio citado pelo senador durante a sessão. A troca de mensagens ocorreu em meio à avaliação da autoridade monetária sobre o tema.

Fontes presentes destacaram que o BC resistiu a aprovar a transação, defendendo a liquidação do Master e a rejeição à compra pelo BRB. O presidente do BC informou que o órgão não deve atuar como palanque, reforçando que as medidas tomadas foram adequadas ao caso.

Calheiros classificou como grave a ausência de atuação pública do BC em propostas legislativas sobre exoneração de membros durante o processo de liquidação. O senador questionou a transparência, sem obtenção de resposta pública na ocasião.

Galípolo rebateu afirmando que não é função do BC gravar vídeos para redes sociais e que as ações do órgão foram as corretas. Na discussão, também houve divergência sobre o impacto de um eventual maior grau de autonomia financeira para o BC, com posição divergente de Calheiros.

Autonomia financeira e próximos passos

O debate manteve o tom técnico, sem decisões anunciadas no momento. O BC reiterou que avaliaria futuras propostas com foco na estabilidade financeira e na liquidez do sistema. A sessão continuou com pautas afins da comissão, sem encaminhamentos imediatos sobre o caso Master.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais