- Os rendimentos dos Treasuries subiram, com o T-note de dez anos a 4,664% e o T-bond de 30 anos a 5,182%, atingindo 5,187% (máxima desde 2007).
- No Brasil, os contratos futuros de juros DI subiram: DI janeiro de 2029 vai a 14,095% e DI janeiro de 2031 a 14,25%.
- O dólar à vista chegou a R$ 5,0439, mas fechou em torno de R$ 5,0334, com alta de 0,71%.
- O euro comercial ficou em R$ 5,8430, baixo incremento de 0,33%, e o índice DXY avançou para 99,312 pontos.
- O movimento reflete a reprecificação do mercado de juros norte-americano e contribui para a valorização do dólar frente ao real.
Os rendimentos dos Treasuries seguiram em alta, com os vértices ultralongos da curva nos EUA atingindo as máximas desde 2007. A reprecificação dos juros manteve o dólar firme diante do real.
Na manhã desta terça-feira, o T-note de 10 anos subiu 0,071 ponto percentual, para 4,664%. O yield do T-bond de 30 anos avançou 0,055 pp, a 5,182%, após máxima de 5,187%.
No Brasil, os juros futuros acompanharam o viés externo e permaneceram em alta, mesmo com tentativa de alívio inicial. O DI janeiro/2029 passou de 14,07% para 14,095%. O DI janeiro/2031 avançou a 14,25%.
O dólar à vista atingiu momentaneamente R$ 5,0439, mas encerrou a sessão em alta de 0,71%, a R$ 5,0334. O euro comercial ficou em R$ 5,8430, com alta de 0,33%. O índice DXY subiu 0,12%, aos 99,312 pontos.
Sentimento de mercado e impactos
As negociações indicam continuidade da reprecificação de juros nos EUA, com reflexos no Brasil. Investidores acompanham a evolução das tendências monetárias e a direção do câmbio diante de fluxos globais.
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