- A fabricante de brinquedos Estrela pediu recuperação judicial, incluindo outras empresas do grupo, protocolada na comarca de Três Pontas (MG).
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- O requerimento, informado à CVM, aponta a necessidade de reestruturar o passivo do grupo em um contexto de pressões econômicas e setoriais.
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- Entre os motivos estão aumento do custo de capital, restrição de crédito, mudanças no comportamento de consumo e maior competição de opções digitais.
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- O objetivo é superar a situação econômico‑financeira por meio da reorganização do endividamento, preservando a continuidade das atividades, empregos e geração de valor.
A fabricante de brinquedos Estrela pediu recuperação judicial. O requerimento foi protocolado nesta quarta-feira, 20, na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve outras empresas do grupo. A medida busca reestruturar o passivo em meio a pressões econômicas e setoriais.
Em nota enviada à CVM, a Estrela explica que a recuperação é necessária para reorganizar o endividamento e manter a continuidade das atividades. O documento aponta fatores como custo de capital elevado, restrição de crédito e mudança no comportamento de consumo.
A empresa ressalta que permanece à frente da condução dos negócios, mantendo operações industriais, comerciais e administrativas. O objetivo é sustentar empregos e gerar valor aos stakeholders, enquanto o Plano de Recuperação Judicial será apresentado aos credores para aprovação.
Contexto financeiro e operacional
A companhia cita impactos acumulados nos últimos anos sobre sua estrutura financeira e das demais empresas do grupo, com maior competição de alternativas digitais e queda de demanda em alguns segmentos.
Ainda segundo o comunicado, as operações continuam normalmente, com atendimento a clientes, parceiros e fornecedores, e a adoção de medidas para assegurar a continuidade durante o processo.
Próximos passos
A Estrela manterá acionistas e o mercado informados sobre desdobramentos relevantes, inclusive a apresentação do Plano de Recuperação Judicial que será submetido à aprovação dos credores.
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