- O governo anunciou a meta de zerar a fila do INSS até o fim deste ano; atualmente, mais de 2,5 milhões de pessoas aguardam atendimento.
- A maior parte dos pedidos é de auxílio-doença, seguido das aposentadorias.
- Pela lei, os benefícios devem ser liberados em até 45 dias; o tempo médio hoje é de 54 dias, chegando a mais de 70 dias em algumas regiões.
- Segundo o Ministério da Previdência Social, há, em média, 1,3 milhão de novas solicitações por mês, consideradas fluxo normal.
- Em abril, o então presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, foi exonerado; um mês antes dele deixar o cargo, o instituto liberou 890 mil benefícios, registro recorde para um mês.
O governo informou que pretende zerar a fila de atendimentos do INSS até o fim deste ano. A meta visa reduzir o tempo de concessão de benefícios, que hoje permanece acima do previsto em lei.
No mês passado, mais de 2,5 milhões de pessoas aguardavam análise de pedidos. A maior parte das solicitações é de auxílio-doença, seguida pelas aposentadorias. Segundo a lei, os benefícios devem ser liberados em até 45 dias, mas a média atual está em 54 dias.
Regiões do país apresentam variação no tempo de espera: há locais onde o atendimento leva mais de 70 dias. O Ministério da Previdência Social aponta que, em média, cerca de 1,3 milhão de novas solicitações são recebidas mensalmente, consideradas fluxo normal.
O caso de Luís Cláudio exemplifica o impacto: desgaste ósseo na bacia o afastou do trabalho como motorista, resultando em cirurgia de prótese no quadril e a necessidade de perícia médica do INSS para confirmação do benefício.
Ainda segundo o Ministério, em abril foi anunciada a exoneração do então presidente do INSS, Gilberto Waller Junior. No mês anterior à sua saída, o instituto conseguiu liberar 890 mil benefícios que estavam parados, marca recorde para um único mês.
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