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Justiça penhora bens de Chiquinho Scarpa

Justiça penhora 20% do faturamento de três empresas de Chiquinho Scarpa para cobrir dívida de 312 mil reais, decide o juiz Fernando José Cúnico

Chiquinho Scarpa
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  • Clínica de anestesia entrou com ação contra Chiquinho Scarpa, pedindo penhora de bens.
  • Juiz Fernando José Cúnico autorizou penhora de vinte por cento do faturamento de três empresas em nome do empresário até quitar a dívida de trezentos e doze mil reais.
  • Processo tramita na 40ª vara civil de São Paulo; a coluna Gente teve acesso aos autos, datados de trinta de março.
  • Trechos da ação alertam que resistência ao cumprimento pode configurar ato atentatório à dignidade da justiça, com multa e outras medidas.
  • Aos setenta e quatro anos, a fortuna de Scarpa é estimada em cerca de setenta milhões de reais em bens declarados; patrimônio maior seria apontado pela Forbes, herdado do avô Nicolau Scarpa, relacionado ao Grupo Votorantim, com renda de loteamentos e venda de terrenos.

Uma clínica de anestesia moveu uma ação contra o empresário Chiquinho Scarpa, solicitando a penhora de bens dele. A medida busca garantir o pagamento de uma dívida.

O juiz Fernando José Cúnico, da 40ª vara cível de São Paulo, determinou a penhora de 20% do faturamento de três empresas registradas em nome de Scarpa, até quitar a dívida estimada em 312 mil reais.

A ação, publicada em 30 de março, tramita no Judiciário paulista e prevê advertências por resistência ao cumprimento, com aplicação de multa caso haja desobediência.

Contexto financeiro do empresário

Chiquinho Scarpa tem 74 anos e a fortuna declarada situaria-se em torno de 70 milhões de reais, segundo estimativas da Forbes, embora o patrimônio histórico seja considerado maior.

A renda do empresário viria principalmente de loteamentos e da venda de terrenos herdados do avô Nicolau Scarpa, que foi acionista do Grupo Votorantim.

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