- Em abril de 2026, passagens até R$ 500 recuaram 8 p.p. frente a abril de 2025, representando 45,2% do total vendido.
- A tarifa média subiu 9%, para R$ 669,41 por trecho, pressionada pela alta do combustíveis.
- O kerosen de aviação (QAV) ficou 40,7% mais caro na comparação entre os dois períodos.
- Bilhetes entre R$ 500 e R$ 1.500 passaram a ser os mais vendidos, passando de 40,9% em abril de 2025 para 48,6% em abril de 2026.
- O total de passageiros embarcados ficou em 10,2 milhões, alta de 1,8% ante abril de 2025; doméstico teve 8 milhões (+1,1%) e internacional, 2,2 milhões (+4,3%).
A Anac divulgou nesta quarta-feira (20) dados sobre venda de passagens e demanda de passageiros no Brasil. Em abril, as passagens com preço até R$ 500 recuaram em 8 pontos percentuais frente ao mesmo mês do ano anterior.
Entre abril de 2025 e 2026, as viagens até R$ 500 passaram a representar 45,2% do total vendido, ante 53,3% no ano passado. A elevação do custo com combustíveis contribuiu para subir o valor médio da tarifa.
O preço médio por trecho subiu 9%, chegando a R$ 669,41. O QAV (querosene de aviação) ficou 40,7% mais caro na comparação anual, impactando a estrutura tarifária brasileira.
Entre as faixas de preço, bilhetes entre R$ 500 e R$ 1.500 passaram a ser as mais vendidas. Em abril de 2025 representavam 40,9%, subindo para 48,6% no mês anterior.
Na faixa acima de R$ 1.500, a participação também cresceu, de 5,8% para 6,2%. Mesmo com tarifas maiores, a demanda segue aquecida no mercado interno.
Demanda de passageiros
O relatório de demanda mostrou crescimento na movimentação. Em abril de 2026, foram 10,2 milhões de passageiros, 1,8% acima de 2025.
O mercado doméstico registrou alta de 1,1%, com 8 milhões de viajantes. Já os voos internacionais cresceram 4,3%, somando 2,2 milhões de passageiros.
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