- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o cenário fiscal melhorou e que as razões para juros altos são variadas.
- Em entrevista à CNN Brasil, ele afirmou que o fiscal não explica sozinho o patamar da taxa de juros atual.
- Durigan citou fatores como diferencial de juros e câmbio, poupanças públicas e privadas e uma questão histórica que geram pressões estruturais para juros maiores.
- Ele afirmou que não há correlação direta entre juros e fiscal como muitas pessoas sugerem; o fiscal é um dos fatores.
- Ainda segundo o ministro, o aperfeiçoamento fiscal ao longo do tempo não significa, por si só, que o Brasil deva ter juros mais baixos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em entrevista à CNN Brasil na quinta-feira (21) que o cenário fiscal melhorou e que as razões para os juros altos no país são diversas. Ele ressaltou que o fiscal não explica sozinho o patamar atual da taxa de juros.
Segundo Durigan, fatores como o diferencial entre juros e câmbio, além de poupanças públicas e privadas, ajudam a manter pressões estruturais sobre as taxas. A relação entre esses componentes e o custo do dinheiro é complexa e não depende apenas do fiscal.
Ele também destacou que o fiscal melhorou com o tempo, mas isso não significa, conforme o ministro, que o Brasil deva ter juros mais baixos. A leitura é de que o aperfeiçoamento fiscal é relevante, mas não é único determinante para a atual política de juros.
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