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Sabesp, GPA e Energisa: principais destaques do setor

Sabesp fica de fora da privatização da Copasa; Energisa vende cinco ativos de transmissão por R$ 2,29 bilhões, recebendo cerca de R$ 1,545 bilhão

Sabesp — Foto: Facebook/Sabesp
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  • Sabesp não deverá apresentar proposta na privatização da Copasa, alegando já ter trabalho suficiente em São Paulo.
  • GPA assinou contrato com a RD Saúde para vender 66,7% da Stix por R$ 23 milhões.
  • Energisa anunciou a venda de cinco ativos de transmissão para a Taesa, em operação avaliada em R$ 2,29 bilhões, com recebimento estimado de cerca de R$ 1,545 bilhão.
  • Copasa protocolou registro automático para uma oferta pública secundária de ações ordinárias, correspondentes a 171,1 milhões de ações, como parte do desinvestimento do governo de Minas Gerais.
  • Petrobras aprovou adesão à subvenção econômica a produtores e importadores de combustíveis e concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, fortalecendo parceria em energias renováveis onshore.

A Sabesp não deverá apresentar proposta na privatização da Copasa. A estatal paulista, que havia se credenciado para disputar a vaga de acionista de referência, decidiu ficar de fora. A avaliação foi de que ainda há muito a fazer em São Paulo, segundo uma fonte próxima ao assunto.

Na mesma linha de negócios, o GPA assinou contrato com a RD Saúde para vender a totalidade de sua participação na Stix, por R$ 23 milhões. A transação envolve 66,7% do capital social da plataforma de programas de fidelidade.

A Energisa informou a venda integral de cinco ativos de transmissão de energia para a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa). O negócio tem valor estimado em R$ 2,29 bilhões, incluindo ativos e dívida, com a Energisa recebendo cerca de R$ 1,545 bilhão.

Copasa

A Copasa protocolou registro automático para uma oferta pública secundária de ações ordinárias. A operação envolve a distribuição inicial de 171,1 milhões de ações, como parte do desinvestimento do governo de Minas Gerais na companhia.

Petrobras

O conselho de administração aprovou a adesão à subvenção econômica a produtores e importadores de derivados de petróleo. A Petrobras também concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, reforçando a parceria estratégica em energias renováveis onshore, incluindo armazenamento de energia.

Bradsaúde

A Bradsaúde recebeu autorização da B3 para manutenção temporária do número de ações em circulação abaixo do mínimo previsto no Novo Mercado.

Cemig

O Banco Clássico, via seu fundo Dinâmica Energia, passou a deter 17,63% do capital da Cemig.

Axia Energia

A Axia Energia obteve aprovação da B3 para migrar do atual segmento para o Novo Mercado, mantendo a operação na bolsa.

Energia

O juiz da 6ª Vara Federal Cível do DF negou tutela de urgência que visava suspender o leilão de reserva de capacidade, processo que envolve a confirmação do resultado do LRCap realizado em março.

Vamos

O conselho da Vamos aprovou programa de recompra de até 36,89 milhões de ações, o que corresponde a 7% do total em circulação.

Multiplan

A Squadra Investimentos reduziu a participação na Multiplan para 25,60 milhões de ações, representando 4,99% do total. Parte das ações está em empréstimo.

CVM

O Senado aprovou Otto Lobo para presidir a Comissão de Valores Mobiliários, com 31 votos a favor e 13 contra.

Eneva

O conselho da Eneva aprovou aumento de capital de R$ 1,51 milhão, decorrente do exercício de opções de compras de ações por beneficiários do plano de incentivo de longo prazo.

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