- Kevin Warsh assume nesta sexta-feira, 22, a presidência do Federal Reserve, com a presença do presidente Donald Trump, às 12h (horário de Brasília).
- Warsh já integrou o Fed como diretor e tem background em Wall Street, governo e academia, começando no Morgan Stanley em fusões e aquisições.
- Em 2006 foi indicado ao Conselho de Governadores do Fed, tornando-se o mais jovem da instituição aos 35 anos, e representou o banco central em fóruns internacionais durante a crise de 2008.
- Após deixar o Fed em 2011, atuou como pesquisador e professor em Stanford, integrou o Instituto Hoover e passou a atuar em gestão de investimentos, além de conselhos de UPS e Coupang.
- A posse ocorre em meio a sinais sobre juros e a economia dos EUA, com marketwatch de indicadores como o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan.
Kevin Warsh assume nesta sexta-feira a presidência do Federal Reserve, o banco central dos EUA, conforme anúncio oficial. A cerimônia está marcada para as 12h, no horário de Brasília, e contará com a presença do presidente Donald Trump. O ato acontece em um momento de atenção aos mercados globais sobre a trajetória da política monetária americana.
A nomeação de Warsh representa a continuidade do redesenho técnico do Fed sob influência do governo, com histórico ligado ao setor financeiro, à academia e ao governo. Entre as funções, atuou como diretor do Fed antes de deixar a instituição.
Ascensão ao Fed e papel na crise de 2008
Warsh ingressou no Conselho de Governadores do Fed em 2006, tornando-se o mais jovem integrante da história da instituição, aos 35 anos. Participou de fóruns internacionais, como o G20, e esteve à frente de decisões de política monetária durante a crise de 2008.
Carreira após o Fed
Após deixar o banco central em 2011, passou a atuar como pesquisador e professor em Stanford e integrou o Instituto Hoover. Paralelamente, tornou-se sócio de uma gestora de investimentos e integrou conselhos de grandes empresas, como UPS e Coupang.
Mercado e cenário econômico
Além da posse, investidores acompanham falas de autoridades do Fed e indicadores como o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. Movimentos do banco central e dados macroeconômicos seguem no radar dos mercados.
Analistas também observam o ambiente político e econômico global, incluindo fatores fiscais e decisões monetárias internacionais. O Ibovespa, por exemplo, reage a cenários de negociações internacionais e políticas monetárias, mantendo o mercado em vigilância.
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