- A Nvidia registrou receita de 81,6 bilhões de dólares e lucro líquido de 58,321 milhões de dólares no primeiro trimestre, impulsionada pelo avanço dos chips para IA.
- O fluxo de caixa livre ficou em 48,6 bilhões de dólares, 46% acima do primeiro trimestre do ano anterior.
- O dividendo por ação subiu de 0,01 para 0,25 dólares, e a empresa anunciou um programa de recompra de ações de 80,0 bilhões de dólares, somando aos 39,0 bilhões ainda pendentes, totalizando 119,0 bilhões de dólares disponíveis para recompra.
- A Nvidia projeta receita de 91,0 bilhões de dólares para o segundo trimestre e mira chegar a um trilhão de dólares em receita com os chips Blackwell e Rubin entre 2025 e 2027; a participação no mercado de data centers é destacada como principal motor de crescimento.
- A margem de lucro do grupo ficou em 74,9% no trimestre, com a empresa destacando planos para enviar produções de VeraRubin a partir do terceiro trimestre deste ano.
Nvidia divulgou resultados records do primeiro trimestre com forte expansão no negócio de chips para IA. A empresa destacou aumento de receita e lucro, além de gerar caixa robusta para distribuir aos acionistas.
Na divulgação, a companhia reportou receita de 81,6 bilhões de dólares e lucro líquido de 58,3 bilhões. O fluxo de caixa livre atingiu 48,6 bilhões, 46% acima do primeiro trimestre do ano anterior.
Como consequência, Nvidia elevou o dividendo para 0,25 dólar por ação e lançou um programa de recompra de ações de 80 bilhões de dólares. O total de liquidez a ser usado pode chegar a 119 bilhões, incluindo o saldo de planos anteriores.
A gestão informou que a retirada de caixa continua estável e que o dividendo será revisado periodicamente conforme o negócio se expanda. A empresa também reiterou o compromisso de devolver cerca de metade do fluxo de caixa livre aos acionistas neste ano.
Perspectivas de crescimento e metas de longo prazo
Huang disse que a Nvidia projeta receita de 91 bilhões de dólares no segundo trimestre, novo recorde, ainda sem considerar vendas para China. A companhia mantém a meta de chegar a 1 trilhão de dólares em receita com chips Blackwell e Rubin entre 2025 e 2027.
A direção ressaltou que o impulso virá principalmente de centros de dados e da expansão da cadeia de suprimentos para sustentar forte demanda. A empresa também mencionou avanços na estratégia de se tornar fornecedora líder mundial de CPUs.
Além disso, o executivo destacou planos de iniciar envios de produção de VeraRubin na segunda metade deste ano, a partir do terceiro trimestre. O resultado do trimestre evidenciou margens brutas de 74,9%, acima de 14,4 pontos percentuais frente ao mesmo período do ano anterior.
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