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Ter certa exposição à Europa é atraente, diz Oppenheimer da Goldman Sachs

Oppenheimer vê Europa com potencial de valor; sugere diversificação entre tecnologia e infraestrutura de energia e alerta para complacência do mercado com juros

Peter Oppenheimer, estratega jefe de renta variable global y director de investigación macroeconómica para Europa de Goldman Sachs.
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  • Peter Oppenheimer, estrategista-chefe de renda variável global da Goldman Sachs, diz que ter exposição à Europa é atraente e cita Portugal? España? (observação: o texto menciona Espanha) como parte da diversificação, com foco em tecnologia e infraestrutura de energia; confiança na recuperação europeia.
  • A visão é manter sobreposição em ações e buscar oportunidades em tecnologia e setores tradicionais que sustentam infraestrutura, incluindo energia e utilities.
  • Riscos de curto prazo incluem possível prolongamento da interrupção do suprimento de petróleo se o estreito de Ormuz permanecer fechado até a segunda metade do ano e o aumento dos rendimentos dos títulos, que pode pressionar as ações.
  • O fechamento de Ormuz além de meados de junho seria um gatilho para novas altas nos preços do petróleo e pressão inflacionária, não totalmente refletida pelos mercados.
  • Espanha é vista como atrativa por sua exposição a bancos, serviços públicos e energias renováveis, com balanços corporativos sólidos e cenário de juros mais altos favorecendo a lucratividade de empréstimos.

Peter Oppenheimer, estrategista-chefe de renta variável global da Goldman Sachs, mantém posição de alta em ações, sobretudo por perspectivas de crescimento global e ganhos corporativos. O analista vê valor na diversificação entre tecnologia e infraestruturas de energia. Espanha recebe interesse específico.

Para Oppenheimer, a década de forte valorização se sustenta mesmo com incertezas geopolíticas. Ele não espera que o conflito no Irã desestabilize o ciclo econômico, mas aponta complacência atual dos mercados frente a altas de rendimento de títulos.

O que acontece e quem está envolvido

  • Oppenheimer falou sobre oportunidades de investimento para 2024-2025, com ênfase em ações e infraestrutura.
  • A substituição de gastos entre tecnologia e infraestrutura aparece como núcleo de sua recomendação, incluindo setores regulatórios e de energia.
  • A Goldman Sachs, empresa de referência no setor financeiro, é a base deste posicionamento.

Quando e onde isso ocorreu

  • As declarações foram divulgadas em entrevistas ao longo de 2024, com foco em mercados globais e a situação europeia.
  • Oppenheimer comanda a visão global a partir de Nova York, com análise centrada na conjuntura internacional, incluindo Europa e América.

Por que isso importa

  • O analista sustenta que, a médio prazo, o crescimento mundial favorece a renda variável, mesmo diante de riscos pontuais.
  • O estreito de Ormuz pode reabrir até meados de junho, segundo ele, influenciando o equilíbrio de oferta de petróleo.

Mudanças de tema: energia, tecnologia e Europa

  • O aumento da demanda por infraestrutura de IA exige investimentos em centros de dados, energia e distribuição.
  • Governos devem ampliar gastos em infraestrutura, o que favorece setores tradicionais como utilities e telecomunicações.
  • A recuperação de mercados europeus é citada como exemplo da diversificação de oportunidades.

Europeia e Espanha: oportunidades locais

  • Oppenheimer aponta que a Europa oferece oportunidades de valor, com peso de empresas globais dominando o cenário.
  • Especificamente, comenta que a Espanha tem exposição relevante a bancos e serviços públicos, com melhoria de condições de crédito.
  • Observa ainda crescimento econômico espanhol robusto, bancos com balanços fortes e renováveis atraentes para investimentos.

Cenários e riscos

  • Risco de alta de petróleo se o estreito de Ormuz permanecer fechado além de junho. Isso pressionaria inflação e crescimento.
  • A alta dos rendimentos soberanos pode reduzir a valorização das ações, ao elevar o custo de financiamento.
  • Medidas de política e relações internacionais continuam determinantes para o cenário de segunda metade do ano.

Notas finais sobre o cenário global

  • O penhor das ações acompanha o crescimento econômico nominal, com demanda por inovação tecnológica e infraestrutura.
  • Oppenheimer ressalta que o dinamismo nos EUA atrai capital externo, mas aponta necessidade de financiamento de déficits.
  • Em termos de estratégia, recomenda manter exposição diversificada, com foco em tecnologia e infraestrutura, incluindo Europa e emergentes.

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