- O ICC recuou 0,3 ponto em maio, para 88,8 pontos, após dois meses de alta.
- A média móvel trimestral do ICC subiu 0,9 ponto, para 88,7 pontos.
- A queda do ICC foi puxada pela piora nas expectativas; o IE caiu 1 ponto, para 91,3.
- A percepção sobre a situação econômica futura caiu 2,6 pontos, para 102,9, e a expectativa sobre as finanças futuras das famílias caiu 0,9 ponto, para 89,4; consumidores com renda de até R$ 4.800 ficaram mais pessimistas com o futuro.
- O ISA subiu 0,8 ponto, para 86,1; a percepção sobre a situação econômica atual chegou a 95,8 e a financeira atual das famílias, a 76,7.
A confiança do consumidor brasileiro caiu em maio após dois meses de alta, segundo o FGV IBRE. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 0,3 ponto, para 88,8 pontos, na leitura mensal. A média móvel trimestral subiu 0,9 ponto, para 88,7 pontos, sinalizando cautela com o cenário futuro apesar de avaliações positivas sobre o momento presente.
A queda do ICC foi puxada pela deterioração das expectativas. O Índice de Expectativas (IE) caiu 1 ponto, para 91,3 pontos. Dentro do indicador, a avaliação sobre a situação econômica futura recuou 2,6 pontos, indo a 102,9 pontos, o menor nível desde janeiro. A percepção sobre a futura situação financeira das famílias caiu 0,9 ponto, para 89,4 pontos.
Em contrapartida, a intenção de compra de bens duráveis aumentou 0,5 ponto, para 83 pontos, atingindo o maior nível desde janeiro. Esse movimento indica que, mesmo com preocupações, há resistência de gasto em itens duráveis entre os consumidores.
Já a percepção sobre o cenário atual seguiu firme. O ISA avançou 0,8 ponto, para 86,1 pontos, o maior nível desde dezembro de 2014. A leitura da situação econômica atual subiu 0,8 ponto, para 95,8 pontos, e a avaliação da situação financeira atual das famílias cresceu 0,7 ponto, para 76,7 pontos. Economistas destacam que renda mensal de até 4.800 reais mostrou maior sensibilidade às incertezas.
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