Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Reserva de bancos contra riscos no crédito seria gradual, diz diretor do BC

Banco Central aponta mudança gradual na exigência de reserva de recursos para mitigar riscos, enquanto Galípolo teme distorção do FGC com fundos de pensão

Galípolo afirmou que fundos de pensão são geridos por investidores profissionais, o que foge do foco do seguro oferecido pelo FGC.
0:00
Carregando...
0:00
  • Diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, afirmou que o BC discute ajustar um mecanismo de reserva de recursos pelos bancos para mitigar riscos no sistema de crédito, com melhoria prevista para ser gradual.
  • O banco mantém o valor do ACCP em zero por cento, apesar de sinalizações anteriores de aumento do patamar.
  • O ACCP funciona como reserva para períodos de expansão acelerada do crédito, a ser usada em fases de retração para suavizar impactos financeiros.
  • O presidente do BC, Gabriel Galípolo, expressou preocupação com a possibilidade de incluir fundos de pensão no proteção do Fundo Garantidor de Créditos, afirmando que isso pode distorcer o mecanismo.
  • Há proposta de Renan Calheiros ( MDB-AL ) para estender a proteção do FGC a aportes de fundos de pensão de estados e municípios no Banco Master, com efeito retroativo; o BC também informou planos de ampliar regras de contabilização para fundos de investimento nos próximos meses.

O Banco Central do Brasil (BC) mantém sob avaliação a possibilidade de exigir reserva de recursos por bancos para mitigar riscos no sistema de crédito, em medida que seria implementada de forma gradual. A atualização foi feita pelo diretor de Fiscalização, Ailton de Aquino, que afirmou que qualquer mudança tende a ocorrer aos poucos.

A discussão envolve também o papel do Adicional Contracíclico de Capital Principal, o ACCP, hoje em 0%. O BC indicou em 2024 que poderia elevar o patamar, mas, até o momento, não houve mudança. Em maio de 2025, a autoridade sinalizou estudo de uma sistemática com valor positivo para períodos de menor acumulação de riscos.

FGC e riscos de distorção

O presidente do BC, Gabriel Galípolo, declarou preocupação com a inclusão de fundos de pensão entre os protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos, sugerindo que isso pode distorcer o mecanismo. Ele reiterou que fundos de pensão operam com investidores profissionais, o que difere do escopo do seguro do FGC.

As falas de Galípolo se conectam a proposta do senador Renan Calheiros, que prevê proteção retroativa de aportes de fundos de pensão de estados e municípios no Banco Master. Em outro eixo, Ailton de Aquino informou planos de ampliar, nos próximos meses, regras de contabilização para fundos de investimento, buscando maior transparência sobre os investidores finais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais