- Todos os 26 estados e o Distrito Federal tiveram melhoria no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDMH) entre 2021 e 2024, segundo o Pnud.
- Distrito Federal segue como unidade mais desenvolvida, com IDMH de 0,866; São Paulo fica em segundo, com 0,838, e Maranhão e Alagoas aparecem entre as menores posições, com 0,745 e 0,746.
- Os maiores avanços foram em Roraima (0,086), Rondônia (0,078) e Amapá (0,78).
- Os menores aumentos ocorreram em Ceará (0,033), São Paulo (0,037) e Distrito Federal (0,043).
- Em indicadores adicionais, DF tem maior expectativa de vida ao nascer (79,75 anos) e renda domiciliar per capita (R$ 1.465,10 em 2024); Amapá registra a menor expectativa (74,32) e Maranhão tem menor renda (R$ 482,46.
Entre 2021 e 2024, todos os 26 estados e o Distrito Federal registraram melhora no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), aponta divulgação da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud, nesta terça-feira (26). O levantamento mede qualidade de vida com base em expectativa de vida, escolaridade e renda per capita.
Segundo o Pnud, o DF continua na liderança do IDHM, com 0,866, frente a 0,823 em 2021. Em seguida ficou o estado de São Paulo, com 0,838. As menores pontuações ficam com Maranhão, 0,745, e Alagoas, 0,746, indicando diferença regional ainda existente.
Principais avanços entre 2021 e 2024
Estados do Norte apresentaram os maiores ganhos no IDHM. Os maiores aumentos foram observados em Roraima, com alta de 0,086, seguido por Rondônia, 0,078, e Amapá, 0,078. Os menores avanços ficaram com Ceará, 0,033, São Paulo, 0,037, e o próprio DF, 0,043.
Dados por indicadores e contextos
A expectativa de vida ao nascer é mais alta no DF, em 79,75 anos, e menor no Amapá, 74,32. Em relação à escolaridade, mais de 83% da população do DF concluiu o ensino fundamental, índice superior entre as 27 unidades federativas; a menor taxa é da Paraíba, 59,14%.
Desempenho de renda e implicações regionais
A renda domiciliar per capita é mais elevada no DF, com 1.465,10 reais em 2024. O Maranhão ocupa a última posição, com 482,46 reais. Os dados apontam desigualdades regionais persistentes, mesmo com melhoria geral do conjunto.
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