- O petróleo caiu cerca de sete por cento, com o Brent negociado abaixo de US$ 97 o barril, ante expectativas de acordo entre Washington e Teerã para reabrir o Estreito de Ormuz.
- A reabertura do estreito ajudou a reduzir a cotação da commodity e elevou o apetite por ativos de risco no mercado.
- O Ibovespa subiu expressivamente, impulsionado pelo maior apetite a risco no cenário externo.
- Os juros futuros recuaram, com apostas de que o Banco Central não continuará cortando a taxa Selic em junho perdendo força.
- O cenário geopolítico contribuiu para a percepção de maior risco global, impactando bolsas e renda fixa.
O petróleo recuou cerca de 7% na sessão de ontem, puxando o Ibovespa para alta e levando os juros futuros a recuos mais pronunciados. O Brent, referência mundial, voltou a operar abaixo de US$ 97 o barril.
Investidores e traders reagiram ao otimismo sobre um possível acordo entre Washington e Teerã para reabrir o Estreito de Ormuz, o que reduziria riscos de interrupção de suprimento na região.
No mercado brasileiro, a queda nos preços da energia coincidiu com melhora no apetite a risco e com recuo firme dos contratos de juros futuros. A expectativa de que o Banco Central interrompa, ou não, os cortes da Selic em junho ganhou força entre operadores.
A reprecificação da commodity influenciou o humor local, elevando o apetite por ativos de maior risco e contribuindo para a alta do Ibovespa no pregão, enquanto as apostas sobre decisões de política monetária perderam força.
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