- Boeing recebeu autorização para aumentar a produção do 737 Max para 47 unidades por mês, com 190 entregas comerciais no ano até agora.
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- A empresa registrou lucro líquido de 1,876 bilhão de dólares em 2025, seu primeiro lucro desde 2019.
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- Foram entregues 600 aviões comerciais em 2025, a melhor marca desde 2018, com o modelo 737 respondendo por 447 aeronaves (76%).
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- Além do 737, foram 88 aeronaves da família 787, 35 777 e 30 767.
- A Boeing também superou a Airbus em pedidos, refletindo a recuperação do setor.
Boeing recebeu autorização para ampliar a produção do 737 Max para 47 unidades por mês, conforme anunciou a fabricante. A medida eleva o ritmo de fabricação no início de 2025, em meio a resultados positivos recentes.
No acumulado do ano, a empresa já entregou 190 aeronaves comerciais, indicando recuo gradual de dificuldades anteriores e melhoria na linha de produção. A produção ampliada visa atender à demanda internacional.
Em 2025, a Boeing registrou lucro de 1,876 bilhão de dólares, o que marca a primeira vez desde 2019. A empresa entregou 600 aviões comerciais no ano, a melhor marca desde 2018, com 447 unidades do modelo 737.
Entre as demais entregas, 88 aeronaves pertencem à família 787, 35 são 777 e 30 767, compondo o mix de pedidos da fabricante. A diversificação de modelos contribui para o retorno a níveis de produção mais estáveis.
Paralelamente, analistas destacam que a Boeing e a Airbus podem superar recordes de entregas, ainda que outras fabricantes, como Rolls-Royce, mantenham desempenho sólido no setor de motores. O cenário indica recuperação gradual do setor de aviação comercial.
Aumento da produção ocorre em um momento de espera por evolução de frota global. A companhia não divulgou impactos operacionais ou de custos associados à ampliação do 737 Max, mantendo foco na regularidade de entrega aos clientes.
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