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Galapagos mira 12 novas emissões de letras de risco de seguro neste ano

Galapagos mira emitir até doze Letras de Risco de Seguro até o fim do ano, expandindo para agro, saúde, vida e desastres, por meio de Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE)

No futuro, o mercado quer também explorar o segmento de seguros contra de desastres naturais
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  • A Galapagos Capital pretende estruturar entre 10 e 12 novas emissões de Letras de Risco de Seguro (LRS) até o final deste ano, após liderar três operações desde dezembro de 2025.
  • O instrumento funciona como alternativa ao resseguro tradicional, transferindo riscos de apólice para investidores do mercado de capitais, e só pode ser emitido por SSPEs (Sociedade Seguradora de Propósito Específico) com aval da SUSEP.
  • Além da Galapagos, o IRB (Re) também tem uma SSPE, a Andrina; a Ariel é a terceira SSPE, criada de forma independente.
  • Até agora, a Galapagos realizou operações de R$ 100 milhões (dezembro), R$ 13,5 milhões (abril) e R$ 126 milhões (mais recente) para seguros de crédito de uma grande varejista, com parcerias de Avla Seguros, Tivio Capital e Marvin.
  • A ideia é expandir para além de crédito e garantia judicial, estudando riscos no agro, planos de saúde, seguros de vida e, no futuro, desastres naturais; a Ariel planeja lançamentos até julho e prevê mais emissões até o fim do ano, com potencial de movimentar entre R$ 30 bilhões e R$ 100 bilhões por ano no médio prazo.

A Galapagos Capital planeja emitir de 10 a 12 Letras de Risco de Seguro (LRS) até o fim deste ano. A meta vem após a liderança de três operações desde dezembro de 2025, utilizadas como alternativa ao resseguro tradicional. O instrumento é inspirado nas Insurance-linked securities (ILS).

As LRS são emitidas por Sociedades Seguradoras de Propósito Específico (SSPE) que dependem de aprovação da Susep. Além da Galapagos, o IRB (Re) já atua com a SSPE Andrina, que realizou a primeira emissão do mercado há um ano. A Ariel funciona de forma independente como terceira SSPE.

Em dezembro, a Galapagos iniciou com uma emissão de R$ 100 milhões baseada em risco de seguro garantia. Em abril, houve outra operação de R$ 13,5 milhões ligada a um negócio de fusão e aquisição no agronegócio. A emissão mais recente levantou R$ 126 milhões para cobrir seguros de crédito de uma grande varejista, com apoio da Avla Seguros, Tivio Capital e a fintech Marvin.

Os próximos lançamentos devem ampliar o leque para além de crédito e garantia judicial. O sócio de seguros da Galapagos, Roberto Takatsu, citou áreas em estudo como agronegócio, planos de saúde e seguros de vida, entre outras. O setor de desastres naturais também é considerado para o futuro, segundo ele.

Ariel SSPE planeja a emissão inaugural até o fim de julho e prevê mais operações até o fim do ano. O sócio controlador, Rodrigo Botti, aponta potencial para as LRS moverem entre R$ 30 bilhões e R$ 100 bilhões por ano a médio prazo. Ele diz que a escolha de riscos é aberta, incluindo patrimonial, agronegócio e catástrofe.

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