- As propostas da Equatorial Energia e de um grupo da Aegea Saneamentos e Participações não atingiram o valor mínimo esperado para a Copasa.
- O grupo da Aegea inclui Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav Saneamento.
- A Copasa informou que, devido a fatores supervenientes, algumas condições da operação, incluindo o cronograma, podem sofrer alterações.
- Ainda não ficou claro qual será o próximo passo, e o prospecto indicava que a Copasa seguiria diretamente para uma oferta pública secundária das ações.
- As ações da Copasa chegaram a cair 7,3% nesta quarta-feira, a maior queda intradiária em mais de um ano.
Propostas da Equatorial Energia e de um grupo formado pela Aegea Saneamentos e Participações não atingiram o valor mínimo para uma fatia de 30% da Copasa, segundo pessoas ouvidas pela Bloomberg News.
Os interlocutores, que pediram anonimato, indicaram que as ofertas não chegaram ao valor exigido. A Copasa informou que fatores supervenientes podem ter alterado condições da operação, incluindo o cronograma.
Ainda não está claro o que ocorrerá a seguir, ainda que o prospecto preveja uma oferta pública secundária das ações. A companhia não detalhou as duas propostas.
Grupo envolvido e impactos no mercado
Aegea Saneamentos, Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav Saneamento integram o grupo que apresentou a proposta. A Copasa confirmou orientações do acionista controlador, o Estado de Minas Gerais.
As ações da Copasa chegaram a recuar 7,3% nesta quarta-feira, a maior queda intradiária em mais de um ano, refletindo a descontinuidade das negociações. O Ibovespa registrou desempenho pior entre os principais ativos naquele pregão.
A Copasa informou que as medidas adotadas decorrem de orientações do acionista controlador. A Aegea não comentou e a Equatorial não respondeu de imediato. Fontes pediram reserva sobre detalhes das propostas.
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