- A Petrobras afirmou ao mercado que não há qualquer decisão ou informação relevante sobre uma possível aquisição da refinaria da Refit no momento.
- O posicionamento foi divulgado após questionamento sobre reportagem do jornal O Globo, que mencionou conversas entre o governador do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, sobre a desapropriação da Refit.
- A matéria aponta que a desapropriação envolve a refinaria de Manguinhos, considerada uma “joia da coroa” pelo governo federal.
- A estatal informou que avalia continuamente oportunidades de negócios alinhadas à sua estratégia, incluindo atividades de refino, logística e infraestrutura energética, mas não há decisão ou informação relevante até o momento.
A Petrobras informou ao mercado que não há decisão ou informação relevante sobre a aquisição da refinaria da Refit para ampliar sua capacidade de refino. O posicionamento veio à tona após questionamento sobre uma matéria do jornal O Globo, publicada nesta semana.
A reportagem sustenta que a desapropriação da Refit também foi tema de conversas entre o governador do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Não há confirmação oficial sobre esse assunto, segundo a estatal.
Segundo a nota, a Petrobras avalia oportunidades de negócios alinhadas à sua estratégia, com foco em refino, logística e infraestrutura energética, mas não houve decisão ou informação relevante até o momento. A empresa mantém monitoramento contínuo de possibilidades de atuação.
A Refit opera a refinaria de Manguinhos, que tem importância estratégica para a região. O tema envolve o interesse de ampliar capacidade de processamento e o debate sobre desapropriação de ativos estaduais.
Portanto, a estatal reiterou que as ações futuras dependem de análises internas e de decisões institucionais, sem confirmar qualquer acordo ou etapa concreta no momento. A mudança de cenário permanece como hipótese, não como fato.
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