- Em 2026, o Guardian U.S. atingiu receita de US$ 81,4 milhões, maior resultado em quinze anos, com crescimento médio de 25% ao ano nos dois últimos exercícios.
- A expansão nos EUA começou por volta de 2022; foram contratadas mais de cem pessoas, com a redação passando de 75 para 150 profissionais e a equipe de negócios de 25 para mais de 50.
- Em 2026, o Guardian U.S. registrou US$ 34,5 milhões em contribuições, a principal métrica de lucro para a operação.
- A participação de receita de leitores vindos fora do Reino Unido aumentou de 8% há uma década para mais de 40% atualmente.
- A expectativa é chegar a quase US$ 100 milhões no ano fiscal que termina em 31 de março de 2027; há plano de abrir 20 vagas, principalmente em vídeo, visual, foto e design, para ampliar a cobertura além de política.
O Guardian U.S. fechou o ano fiscal de 2026 com uma receita de US$ 81,4 milhões, marca histórica para a operação norte-americana. O crescimento ocorre em meio a uma estratégia de expansão iniciada em 2022, que mira o público dos EUA.
Desde o início da aposta, a equipe local cresceu significativamente: mais de 100 contratações, com a redação ampliando de 75 para 150 jornalistas e a área de negócios pulando de 25 para acima de 50 profissionais. A expansão buscou fortalecer a cobertura além de política e notícias factuais.
Desempenho financeiro e recursos
A seção de contribuições, métrica interna de lucro, atingiu US$ 34,5 milhões em 2026, o melhor resultado até hoje. No total, as contribuições cresceram de US$ 25,1 milhões (2023) para US$ 34,5 milhões (2026.
Perspectivas e metas
A apresentação interna aponta expectativa de quase US$ 100 milhões para o ano fiscal que termina em 31 de março de 2027. O Guardian planeja abrir 20 vagas nos próximos meses, com foco em vídeo, visual, foto e design. A meta inclui ampliar a cobertura para além da política, englobando temas como esportes e eventos globais.
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