- União e Governo do Distrito Federal fecharam acordo no STF para socorrer o Banco de Brasília (BRB) com mais de R$ 6 bilhões.
- O BRB enfrenta crise de liquidez após a fracassada tentativa de compra do Banco Master.
- O acordo prevê um empréstimo ao governo do DF com garantias de um sindicato de bancos públicos e privados, via Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
- Caso o DF não sustente o pagamento, a contragarantia virá com recursos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal.
- Empréstimo terá prazo de até quinze anos, com dois anos de carência, o que adiaria os pagamentos para 2028.
O governo federal e o Governo do Distrito Federal fecharam um acordo no STF para socorrer o BRB, Banco de Brasília. O empréstimo soma mais de 6 bilhões de reais, em meio à crise de liquidez provocada pela tentativa fracassada de aquisição do Banco Master.
A formalização ocorreu no Supremo Tribunal Federal, após ação apresentada pela União e pela administração local. O acordo envolve recursos do Fundo Garantidor de Créditos e tem garantia de um conjunto de bancos públicos e privados.
Segundo o governo do DF, o acordo visa estabilizar o BRB, considerado estruturante para a economia local e para o emprego na região. A instituição manterá papel social e estratégico no território.
O processo teve início com a ação no STF, que buscava apoio da União para recomposição de liquidez do BRB. A primeira audiência ocorreu na semana passada, levando ao acordo entre as partes.
O empréstimo terá duração de até 15 anos, com dois anos de carência. Os pagamentos devem começar em 2028, segundo informações oficiais do governo distrital.
Caso o DF não tenha condições de arcar com o pagamento, a contragarantia será exercida com recursos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal.
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