- A Anthropic lançou o Claude Opus 4.8, atualização do principal modelo de IA da empresa, com foco em maior precisão e menor propensão a afirmações sem fundamento.
- A nova versão substitui o Opus 4.7 e promete impactos no desenvolvimento de softwares, com melhoria modesta segundo a própria empresa.
- A Anthropic recebeu uma rodada de investimentos de US$ 65 bilhões, elevando a avaliação da empresa para cerca de US$ 965 bilhões, tornando-a a IA mais valiosa do mundo e superando a OpenAI.
- Entre os recursos do Opus 4.8 estão controle do esforço nas respostas, raciocínio profundo para tarefas complexas, fluxos de trabalhos dinâmicos e modo rápido, com custo menor e até 2,5 vezes mais velocidade.
- Os preços combinam: uso regular custa US$ 5 por milhão de tokens de input e US$ 25 por milhão de tokens de output; modo rápido, US$ 10 por milhão de input e US$ 50 por milhão de output; disponível globalmente via API.
A Anthropic lançou nesta quinta-feira (28/5) o Claude Opus 4.8, atualização do seu principal modelo de IA. O lançamento ocorre pouco após a empresa superar a OpenAI na avaliação de mercado, chegando a US$ 900 bilhões.
O Opus 4.8 visa maior precisão e sinaliza incertezas com mais clareza, reduzindo afirmações sem base. A empresa destaca melhoria modesta frente ao Opus 4.7 e promete manter funcionalidades a custo menor.
Entre as novidades estão controle de esforço nas respostas, raciocínio profundo para tarefas complexas, fluxos de trabalho dinâmicos para grandes problemas e modo rápido com maior velocidade e menor custo.
O modelo já está disponível globalmente. O uso regular custa US$ 5 por milhão de tokens de entrada e US$ 25 por milhão de tokens de saída; modo rápido sai por US$ 10 e US$ 50, respectivamente.
Protagonismo
Nova rodada de investimentos de US$ 65 bilhões elevou a avaliação da Anthropic para US$ 965 bilhões, ultrapassando a OpenAI, avaliada em US$ 852 bilhões.
Fundada em 2021 por ex-funcionários da OpenAI, a Anthropic passou a ganhar holofotes intensos em 2026, com foco em qualidade de sinalização de incerteza e redução de desinformação.
A empresa também esteve no centro de debates sobre uso militar de IA, após recusa a fornecer ferramentas ao Pentágono, o que gerou tensões com o governo dos EUA.
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