- Os preços do petróleo subiram após novos ataques efetuados contra alvos iranianos, com Brent em US$ 97,29 o barril e WTI em US$ 91,71, ambos com alta superior a 3%.
- A Guarda Revolucionária Iraniana afirmou ter atacado uma base aérea dos Estados Unidos por volta de 4h50 no horário local, sem indicar a localização; também há relatos de Kuwait sobre ataques com mísseis.
- Na bolsa, futuros europeus caíram mais de 1%, enquanto os de Wall Street recuaram em torno de 0,5%; na Ásia, o Nikkei ficou estável e as ações sul-coreanas caíram cerca de 1,2%.
- Rendimentos do Tesouro subiram modestamente; o mercado acompanha sinais sobre negociações no estreito de Ormuz e as chances de novo acordo de paz, com fintechs analisando impactos sobre a inflação e crescimento.
- O euro recuou 0,1%, para US$ 1,1613, com o BCE favorecendo alta de juros na reunião de junho; o ouro caiu para US$ 4.395 a onça.
Os futuros europeos do EuroStoxx 50 recuaram mais de 1% nesta quinta-feira, após ataques recentes a Irã. O recuo acontece em meio a a escalada de tensões no Oriente Médio e a queda de preços de ações diante de incertezas sobre o transporte marítimo.
O petróleo sobe com força: Brent avança mais de 3%, para 97,29 dólares por barril, e o WTI sobe 3,4%, para 91,71 dólares. Os movimentos refletem preocupação com interrupções no estreito de Ormuz, rota vital de exportação de petróleo.
A Guarda Revolucionária Iraniana informou ter atacado uma base aérea dos EUA por volta das 4h50, no horário local, sem indicar o local. A ação acontece após novos ataques americanos e relatos de Kuwait sobre lançamentos de mísseis.
Mercados e expectativas
Na bolsa, os futuros europeus registram queda superior a 1%, enquanto os futuros de Wall Street recuam por volta de 0,5%. Na Ásia, o Nikkei ficou estável e as ações sul-coreanas caíram cerca de 1,2%.
Relatórios de Japão indicam possível emissão de bonds para financiar investimento em crescimento e segurança econômica, contribuindo para perspectivas de política fiscal na região. Rendimentos dos Treasuries sobem pouco.
Analistas destacam incerteza sobre o desfecho do conflito e o rumo do estreito de Ormuz. Um acordo de alto fogo ou a retomada de hostilidades podem ocorrer nas próximas semanas, segundo avaliações de especialistas.
As atenções também se voltam para dados dos EUA sobre gastos de consumo pessoal, com impactos esperados na inflação e nas decisões da Reserva Federal. O PCE pode alcançar 3,8% no ritmo anual, conforme previsões.
O euro opera em leve queda, a 1,1613 dólares, com o BCE monitorando pressões de energia. O banco central acentua a necessidade de evitar que custos energéticos alimentem a inflação, segundo declarações de seu chefe de economia.
No cenário de commodities, o ouro recua 1,3%, cotado a 4.395 dólares a onça, sem servir como proteção clara contra riscos inflacionários no momento.
Entre na conversa da comunidade