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Brasil cria 85,9 mil vagas em abril, conforme Ministério do Trabalho

Serviços lideram criação de vagas formais, com saldo de 85.888 postos em fevereiro, impulsionando aumento de 1,5% no acumulado de janeiro a abril

Brasil teve em abril 2,3 milhões de admissões e 2,2 milhões de desligamentos
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  • Em fevereiro, o Brasil abriu 85.888 postos com carteira assinada, segundo o Caged do Ministério do Trabalho.
  • Foram 2,268 milhões de admissões e 2,182 milhões de desligamentos no mês, resultando em saldo positivo de empregos formais.
  • O saldo foi positivo em 24 das 27 unidades da federação, com destaques para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais; Alagoas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte registraram resultados negativos.
  • De janeiro até abril, foram criados 699,7 mil empregos formais, com crescimento de 1,5%.
  • Nos últimos 12 meses, o saldo visto foi de 1,06 milhão de contratações formais, alta de 2,3%. O setor de serviços liderou as vagas em abril, seguido pela construção e pela indústria; comércio e agropecuária tiveram queda.

O Brasil criou 85.888 empregos formais com carteira assinada em fevereiro, segundo o Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho. Houve 2,268 milhões de admissões e 2,182 milhões de desligamentos no mês.

O saldo foi positivo em 24 das 27 unidades da federação. Destaques ficaram com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, enquanto Alagoas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte registraram resultados negativos.

Entre janeiro e fevereiro, o Brasil criou 699,7 mil empregos formais, com crescimento de 1,5%. Nos últimos 12 meses, o saldo de contratações com carteira assinada chega a 1,06 milhão, alta de 2,3%.

Setores

O setor de serviços liderou a abertura de vagas em fevereiro, com saldo de 69 mil postos. Em seguida ficaram construção (23 mil) e indústria (9 mil). Comércio e agropecuária registraram queda de 8 mil vagas cada um.

Sobre o Caged

O indicador mede o andamento do mercado formal de trabalho e é divulgado mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O Caged recebe relatos de empresas para compor o saldo de contratações e demissões com carteira assinada.

As informações são coletadas pelo sistema eSocial, que unifica dados de trabalhadores e empresas e substituiu o modelo antigo. O Novo Caged produz estatísticas do mercado formal desde janeiro de 2020.

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