- Bandeira amarela permanece em junho, com acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh para todos os consumidores do SIN.
- A decisão da Aneel ocorreu por causa do período seco, que reduz a geração hidrelétrica e aumenta o uso de usinas termelétricas mais caras.
- De janeiro a abril, a bandeira ficou verde; em maio houve a ativação da amarela, que segue em junho.
- O sistema de bandeiras reflete os custos variáveis da geração de energia e é reavaliado mensalmente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
- Valores de referência: amarela, R$ 1,885 por 100 kWh; vermelha, Patamar 1, R$ 4,46 por 100 kWh; vermelha, Patamar 2, R$ 7,87 por 100 kWh.
A Aneel informou que a bandeira tarifária para junho continuará amarela. A decisão envolve todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e foi tomada devido ao período seco no Brasil, que reduz a geração hidrelétrica e aumenta a necessidade de usinas termelétricas.
A decisão, anunciada na sexta-feira, 29, explica que o acréscimo na conta de luz será mantido. O custo adicional da bandeira é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, refletindo condições mais desfavoráveis de geração.
Segundo a Aneel, de janeiro a abril deste ano a bandeira permaneceu verde, indicando custo menor. Em maio houve mudança para a bandeira amarela, que permanece em junho. O sistema foi criado em 2015 para refletir variações de custo na geração.
A responsabilidade pela reavaliação mensal fica com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração e projeta os custos a serem cobertos pelas bandeiras.
A bandeira amarela indica custos de geração mais altos, com acréscimo de R$ 1,885 por 100 kWh. Em comparação, a bandeira vermelha prevê patamares ainda mais altos de cobrança por 100 kWh consumidos.
- Na bandeira amarela, o acréscimo é de R$ 1,885 por 100 kWh.
- Na bandeira vermelha, Patamar 1, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh.
- Na bandeira vermelha, Patamar 2, o acréscimo é de R$ 7,87 por 100 kWh.
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