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Aneel mantém bandeira amarela na conta de luz em junho por queda de chuvas

Aneel mantém bandeira amarela em junho; custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh pelo segundo mês, devido ao período seco e à menor geração hidrelétrica

Entenda o sistema de bandeiras tarifárias da conta de luz
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  • A bandeira tarifária continua amarela em junho, com custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh.
  • O motivo é o período seco no país, que reduz a geração hidrelétrica e leva ao acionamento de usinas termelétricas mais caras.
  • De janeiro a abril, a tarifa ficou verde; em maio voltou a vigorar a bandeira amarela.
  • A mudança de maio elevou a conta de luz em 2,16% e ajudou a pressionar o IPCA-15.
  • O sistema de bandeiras tarifárias completou dez anos de implementação em 2025.

A Aneel informou nesta sexta-feira que a bandeira tarifária no mês de junho permanece amarela. Consumidores terão, pelo segundo mês seguido, custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A decisão acompanha o período seco no país e maior uso de usinas termelétricas.

A agência explicou que a geração hidrelétrica está menor em função da queda de chuva, elevando o custo de produção de energia. Entre janeiro e abril, a tarifa ficou verde, sem cobrança extra, refletindo condições de geração favoráveis.

Em maio, a bandeira amarela entrou em vigor devido à transição do período chuvoso para o seco. A primeira mudança de bandeira do ano elevou a conta de luz em 2,16% e impactou o IPCA-15, com a energia elétrica como principal pressão entre os componentes.

A ANEEL ressalta que o acionamento da bandeira amarela reforça a necessidade de hábitos de consumo mais eficientes. O objetivo é reduzir desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

Entenda as bandeiras tarifárias

  • Bandeira verde: sem adicional; condições de geração favoráveis
  • Bandeira amarela: acréscimo de R$ 0,01885 por kWh
  • Bandeira vermelha – Patamar 1: acréscimo de R$ 0,04463 por kWh
  • Bandeira vermelha – PatamaR 2: acréscimo de R$ 0,07877 por kWh

A sistemática de bandeiras tariffárias, que se mantém desde 2015, permite repassar aos consumidores os custos maiores da geração de energia. O modelo completa dez anos de implementação em 2025.

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