- Planos de saúde individuais terão reajuste máximo de 5,11% em 2026, menor índice desde a pandemia.
- Cerca de 7,7 milhões de beneficiários serão atingidos pelo reajuste.
- Mesmo com o menor índice, os custos do setor seguem altos e pesam no bolso dos brasileiros.
- A regra não vale para planos coletivos empresariais nem para planos coletivos por adesão.
- O economista Ricardo Buso afirma que é uma equação “realmente difícil de se fechar” devido a novas coberturas, serviços médicos e inovações, que aumentam os custos.
Os planos de saúde individuais terão reajuste máximo de 5,11% em 2026, o menor índice desde a pandemia. Cerca de 7,7 milhões de beneficiários serão atingidos, segundo anúncio recente.
Apesar da queda relativa, os custos do setor seguem pressionados e impactam o bolso do consumidor. A economia aponta que a redução do reajuste não elimina o peso financeiro para famílias.
Atrasos na convergência de coberturas, novos equipamentos e avanços médicos elevam os gastos. A introdução de diagnósticos mais sofisticados aumenta o custo dos serviços de saúde suplementar.
Quem está envolvido
Economista Ricardo Buso analisa o cenário e classifica a cifra como uma equação difícil de fechar, diante das inovações e dos custos médicos que acompanham os reajustes.
Abrangência do benefício
A regra de reajuste de 5,11% não vale para planos coletivos empresariais nem para planos coletivos por adesão, contratados por associações e entidades de classe.
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