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Empreendedorismo, networking e adaptação conectam esporte, negócios e mercado

Tecnologia, networking e resiliência conectam esporte, negócios e bebidas funcionais, abrindo oportunidades e exigindo adaptação rápida

Foto: Reprodução BM&C NEWS
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  • O Money Report reuniu Cristina Falcão, Thiago Pereira e Alex Rosário para discutir empreendedorismo, relacionamento, esporte, bem‑estar e transformação dos negócios.
  • A Sede entrou no mercado de bebidas funcionais ao identificar uma lacuna entre consumo, saúde e tecnologia, usando cafeína microencapsulada para absorção gradual.
  • O empresário afirma que o Brasil é o segundo país que mais cresce no segmento, atrás apenas do México.
  • Thiago Pereira destaca que a prática esportiva ensina disciplina, resiliência e foco em metas de longo prazo, com ênfase na longevidade após a carreira.
  • Em Nova York, o Money Report encontrou cerca de 120 empresários em sete eventos, ressaltando a importância do networking para abrir oportunidades.

O Money Report, programa da BM&C News, apresentou uma conversa entre Cristina Falcão, CEO da Money Report, Thiago Pereira, ex-atleta olímpico hoje executivo na área de seguros, e Alex Rosário, fundador e CEO da Sede. O encontro discutiu empreendedorismo, relacionamentos de negócios, esporte, bem-estar e transformação dos modelos empresariais diante da competição.

A pauta revelou como distintos setores enfrentam desafios semelhantes: identificar oportunidades, construir reputação, ampliar redes de relacionamento e adaptar operações. Os participantes destacaram a importância de alinhar tecnologia, saúde e inovação ao modelo de negócio.

O papo ocorreu em meio a uma avaliação sobre o mercado de bebidas funcionais, com foco na entrada da Sede. Rosário explicou que a empresa identificou uma lacuna entre consumo, saúde e tecnologia, e busca diferenciação em um segmento já dominado por grandes marcas.

Tecnologia como diferencial

A Sede aposta em cafeína microencapsulada, que permite absorção gradual e reduz efeitos colaterais comuns em energéticos. O executivo afirma que a tecnologia precisa sustentar uma promessa de saúde compatível com diferentes perfis de consumidores.

A leitura é que o mercado de bem-estar deve considerar rotina, ritmo e necessidades individuais, não apenas alta performance. Rosário descreve o produto como uma energia suave que aumenta foco e disposição ao longo do dia.

Esporte, resiliência e carreira corporativa

Thiago Pereira trouxe exemplos de como o esporte ensina habilidades úteis aos negócios, como disciplina, resiliência e gestão de derrotas. Ele separa a prática esportiva voltada à saúde da alta performance competitiva, ressaltando diferentes objetivos em fases distintas da vida.

O ex-atleta afirmou que, hoje, a prática esportiva visa longevidade e equilíbrio, ao invés de apenas desempenho intenso. Pereira reforçou a ideia de que a disciplina adquirida no esporte pode favorecer a atuação corporativa.

Networking e oportunidades internacionais

Cristina Falcão destacou a atividade de missão empresarial em Nova York, evidenciando a importância do ambiente compartilhado para troca de ideias e construção de redes. Ela mencionou uma programação com aproximadamente 120 empresários e sete eventos na semana, cobrindo temas como geopolítica, IA e tendências estratégicas.

A executiva aponta que a dinâmica de encontros internacionais difere da brasileira, exigindo foco total nas interações planejadas para gerar oportunidades.

Estratégia de crescimento e parcerias

Alex Rosário explicou que a Sede atua no B2C e no B2B, adotando uma estratégia seletiva. A marca busca consumidores alinhados ao seu posicionamento e varejistas que avancem a pauta de saudabilidade, especialmente em canais com foco em produtos funcionais.

Ele enfatiza a importância de saber onde atuar e onde não atuar, para manter a consistência da marca durante o crescimento. A escolha de canais é apresentada como parte crucial da estratégia.

Inovação, liderança e adaptação

A conversa encerrou com a ideia de que adaptação rápida é essencial tanto no esporte quanto nos negócios. Thiago Pereira citou a inteligência artificial como exemplo de transformação contínua, que exige atualização constante em vez de resistência.

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