- Trump designou, em 2025, quatro grupos de Alemanha, Itália e Grécia como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs).
- Na Alemanha, o grupo é Antifa Leste; na Itália, Federazione Anarchica Informale/Fronte Rivoluzionario Internazionale; na Grécia, Justiça Proletária Armada e Classe de Autodefesa Revolucionária.
- A justificativa envolve ideologias anarquistas e marxistas, com alegação de promover violência política associada à Antifa.
- No Brasil, o Departamento de Estado classificou PCC e CV como organizações “terroristas”; a medida passa a valer em cinco de junho e terá tratamento jurídico, financeiro e militar semelhante ao de grupos extremistas.
- O governo brasileiro reagiu dizendo que a soberania nacional é inegociável; o presidente Lula declarou estar muito triste com a decisão.
Ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, designou quatro grupos de quatro países europeus como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO) em 2025. A lista inclui Alemanha, Itália e Grécia, com ações contra a violência política associadas a organizações de esquerda e anarquistas. A decisão envolve a Antifa Ost na Alemanha, a Federazione Anarchica Informale/Fronte Rivoluzionario Internazionale na Itália e grupos gregos ligados a Justiça Proletária Armada e Autodefesa Revolucionária.
O governo dos EUA justificou a designação pela necessidade de enfrentar a violência política promovida por tais grupos. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que as organizações se apoiam em ideologias anarquistas e marxistas, com viés antiamericano e antiocidental, para incitar ataques.
Países europeus sob nova designação
No Brasil, o Departamento de Estado anunciou que o PCC e o CV foram classificados como organizações terroristas. A medida reforça o combate à criminalidade, segundo a autoridade norte-americana, e vale a partir de 5 de junho, com aplicação de sanções jurídicas, financeiras e militares.
Reação brasileira
O governo brasileiro respondeu com uma nota oficial destacando a soberania nacional. O presidente Lula afirmou estar muito triste com a classificação dos grupos criminosos brasileiros como terroristas e disse que o país mantém o enfrentamento aos delitos dentro de sua jurisdição.
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