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Fundador de Aquiraz acusa fraude e retaliação no BTG Pactual

Fundador acusa fraude e retaliação no BTG Pactual; denúncias a autoridades geram pressões e tentativa de internação, ampliando debate sobre compliance

Aquiraz e btg pactual (Imagem gerada por IA)
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  • Bruno Mesquita, fundador do Aquiraz Investimentos, renunciou ao cargo ligado ao BTG Pactual nesta sexta-feira (29).
  • Ele diz ter tomado a decisão após enviar denúncias de supostas fraudes financeiras e indícios de lavagem de dinheiro às autoridades federais.
  • Mesquita afirma ter sido alvo de pressões e houve uma tentativa de internação psiquiátrica, que segundo ele não comprovaria transtorno mental.
  • Ele disse atuar como responsável técnico de compliance vinculado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e apontou indícios de lavagem de dinheiro e fraude em emissões de crédito, ligando os fatos a investigações da Polícia Federal.
  • O ex-fundador afirmou que continua colaborando com as autoridades e busca fortalecer práticas de compliance e proteção a denunciantes, defendendo tolerância zero à obstrução de justiça.

Bruno Mesquita, fundador do escritório Aquiraz Investimentos ligado ao BTG Pactual, afirmou nesta sexta-feira, 29, que renunciou ao cargo. A decisão ocorreu após o envio de denúncias sobre supostas fraudes financeiras e indícios de lavagem de dinheiro às autoridades federais.

Em publicação nas redes sociais, ele relatou pressão institucional após as denúncias e afirmou ter enfrentado uma tentativa de internação psiquiátrica. Mesquita disse ter exames médicos e depoimentos que comprovam sua lucidez e afirmam não possuir transtorno mental.

Segundo o ex-executivo, ele atuava como responsável técnico de compliance vinculado à CVM. Foram apontados indícios de lavagem de dinheiro e fraude em emissões de crédito bancário, com ligações a setores como entretenimento, esportes, editoras, energia, apostas e doações.

Mesquita disse estar colaborando com as autoridades federais e acompanhando os desdobramentos legais. Em suas redes, ele afirmou que a experiência pode fortalecer práticas de compliance e proteção a denunciantes no Brasil, defendendo tolerância zero à obstrução de justiça.

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