- O investimento em centros de dados de IA atrai trilhões de dólares e apostas de longo prazo de empresas como a DigitalBridge.
- Em comunidades onde os projetos são erguidos, moradores e autoridades levantam preocupações sobre custos de energia, uso da água, barulho, transparência e quem assume o risco se a demanda não se confirmar.
- A procuradora-geral do Michigan, Dana Nessel, questiona a aprovação de um grande data center próximo a Ann Arbor, defendendo maior transparência sobre contratos e custos potenciais para os consumidores.
- O diretor executivo da DigitalBridge, Marc Ganzi, diz que o setor pode enfrentar a reação pública ao dialogar com as comunidades locais e mostrar que os benefícios compensam os encargos.
O rush de construção de data centers de IA atrai bilhões de dólares em investimentos e apostas de longo prazo de empresas de infraestrutura, como a DigitalBridge. A pauta ganha escala à medida que projetos ganham corpo em diferentes regiões.
Em comunidades onde os empreendimentos são erguidos, moradores e autoridades levantam preocupações sobre elevação de custos de energia, consumo de água, barulho, transparência e quem assumirá o risco financeiro caso a demanda não se confirme.
A Procuradora-Geral do Michigan, Dana Nessel, questiona a aprovação de um grande data center próximo a Ann Arbor, argumentando que os usuários devem ter maior clareza sobre contratos e possíveis custos. A contestação envolve avaliação regulatória e impactos tarifários.
Marc Ganzi, CEO da DigitalBridge, afirma que o setor pode enfrentar a controvérsia desde que haja envolvimento com as comunidades locais e demonstração de benefícios que superem os encargos, destacando a necessidade de diálogo e de avaliação equilibrada.
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