- A CBNK, resultado da fusão entre Banco Caminos e Bancofar, busca duplicar sua quota de mercado em três anos, com foco em engenheiros e farmacêuticos e um novo modelo de escritório.
- A estratégia é de crescimento orgânico nas 24 praças em que a instituição atua, com expansão de presença física e alianças locais, sem foco imediato em aquisições.
- O plano inclui remodelar as principais dezenas de agências existentes, mantendo o tamanho da rede mas elevando a qualidade e o formato das unidades.
- Em 2025, o banco registrou lucro de cerca de 19,1 milhões de euros, com balanço de 3,4 bilhões de euros e 1,5 bilhão fora do balanço; comissões em aproximadamente 21 milhões e juros em torno de 55 milhões.
- A projeção é superar 30 milhões de lucro em dois anos, buscando melhoria da rentabilidade e aumento dos serviços prestados a empresas, mantendo crescimento anual entre cinco e seis por cento.
CBNK, o antigo Banco Caminos, ahora fusionado com Bancofar, pretende acelerar o crescimento com foco em expansão orgânica. O novo modelo de atendimento passa por reforçar projetos com oficinas remodeladas e atuação junto a profissões específicas, começando pelas áreas de engenharia e farmacêuticos.
O objetivo é duplicar a participação de mercado nas praças onde atua nos próximos três anos, priorizando presença física e alianças locais. Não estão previstas aquisições no curto prazo, de acordo com o CEO Enrique Serra.
A instituição divulgou que encerrou 2025 com lucro de 19,1 milhões de euros, ante 9,5 milhões há 12 anos. O balanço passou de 15 milhões de euros a 3,4 bilhões, com 1,5 bilhão fora do balanço. Receitas de comissões somaram cerca de 20 milhões; juros, 55 milhões.
Estruturação de oficinas e foco setorial
O banco remodelou as 10 principais agências e planeja melhorar mais 14, sem ampliar a rede. A estratégia é criar um modelo de atendimento mais relacional, com foco em clientes de engenharia, farmacêutica e áreas afins, mantendo atuação em 24 praças.
Para Serra, a prioridade é aumentar a cuota já existente em cada praça, através da presença física e de parcerias locais, sem pressa para fusões. O plano visa estabilidade de longo prazo e maior rentabilidade, não crescimento acelerado de tamanho.
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