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Governo pede mais tempo para explicar impacto do Master em recursos federais

Governo pede dilação para explicar impactos do Master em recursos federais; deputado Diego Garcia solicita detalhar exposições do Tesouro a ativos do Master

Ministério da Fazenda, chefiado por Dario Durigan, pediu prazo até dia 8 de junho para responder
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  • O governo federal pediu dilação de prazo para responder a requerimento sobre impactos da crise do Banco Master em recursos públicos federais, com nova data definida para 8 de junho de 2026.
  • O parlamentar Diego Garcia (União-PR) questiona se o Tesouro Nacional adquiriu, deteve ou deteve ativos emitidos pelo Master nos últimos cinco anos, com informações sobre tipo de ativo, valor e fundamento legal.
  • O pedido também solicita confirmação da inexistência de exposição direta do Tesouro a ativos do Master, caso não haja operação.
  • Questionamentos abrangem exposições diretas ou indiretas a ativos do Master por entidades fechadas de previdência vinculadas a estatais ou a servidores, bem como se a Funpresp possui investimentos diretos na instituição.
  • Oitiva inclui ainda informações sobre exposição de bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES) ao Master, e se títulos do Master foram usados em operações de política monetária ou como garantias pelo Banco Central.

O governo federal pediu mais tempo para esclarecer os impactos da crise envolvendo o Banco Master em recursos públicos federais. O requerimento foi apresentado pelo deputado Diego Garcia (União-PR) e tramita na Câmara. O Ministério da Fazenda, chefiado por Dario Durigan, pediu dilação de prazo até 8 de junho.

A pasta informou que aguarda subsídios técnicos dos órgãos finalísticos para instruir a resposta. O objetivo é oferecer uma resposta completa e fundamentada ao pedido de acesso à informação. O gesto é para assegurar a devida instrução das informações solicitadas.

Entre as perguntas do parlamentar, estão itens sobre o Tesouro Nacional. Em especial, há indagações se o Tesouro adquiriu, deteve ou deteve, nos últimos cinco anos, títulos ou ativos emitidos pelo Master de forma direta, com indicação do valor e da base legal.

O requerimento também pede detalhes sobre a atuação de entidades fechadas de previdência complementar ligadas a estatais ou a servidores públicos. Questiona ainda se a Funpresp possui investimentos diretos com a instituição financeira.

Outra linha envolve informações sobre bancos públicos. O documento solicita dados sobre exposição direta ou indireta do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do BNDES a ativos do Master, bem como se títulos emitidos pela instituição foram usados em operações de política monetária ou aceitos como garantias pelo Banco Central.

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