- Aneel mantém a bandeira amarela, mantendo a conta de luz mais cara em junho.
- A cobrança extra fica em quase R$ 1,90 a cada cem quilowatts-hora consumidos.
- O motivo é o início do período seco no país, que reduz o nível dos reservatórios.
- Com isso, há acionamento de usinas termelétricas, elevando o custo da energia.
- A inflação de maio, segundo o IBGE, aponta a energia elétrica como um dos principais fatores de pressão sobre os preços.
A Aneel manteve a cobrança da bandeira amarela na conta de luz em junho, mantendo a cobrança extra de quase R$ 1,90 a cada 100 kWh consumidos. A medida mantém o custo adicional para o consumidor.
A decisão é justificada pela chegada do período seco no país. Com menos chuva, os reservatórios operam em nível menor e é necessário acionar usinas termelétricas, que geram energia a custo mais alto.
A prévia da inflação de maio, divulgada pelo IBGE, aponta a energia elétrica como um dos principais fatores de pressão sobre os preços no mês.
Contexto da cobrança
O período seco eleva o custo de geração, impactando diretamente as tarifas. A Aneel informou que a bandeira amarela segue vigente até novas avaliações, mantendo o cenário de tarifas elevadas para o próximo mês.
Implicações para os consumidores
Especialistas destacam que, com a manutenção da bandeira, as contas de luz devem permanecer mais caras até o fim do período seco, sem previsão de queda imediata nas tarifas.
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