- McKeel Hagerty, presidente-executivo da Hagerty, explicou em Bloomberg Open Interest como a empresa passou de seguradora especializada a um império de carros de coleção, movido por mídia, membros e leilões.
- A companhia hoje se apoia em mídia, adesões e leilões para crescer no segmento de carros de coleção.
- Hagerty aponta uma estimativa de transferência de riqueza de cerca de 570 bilhões de dólares no universo de veículos de coleção.
- Ele ressalta a valorização dos carros da Ferrari como exemplo de valorização no mercado.
- Também comenta que veículos elétricos podem se tornar o próximo item de coleção valorizado.
McKeel Hagerty, chairman e CEO da Hagerty, participou da Bloomberg Open Interest para explicar a transformação da empresa. De seguradora de nicho, a empresa se tornou um ecossistema de carros de coleção sustentado por mídia, comunidades de associados e leilões.
A Hagerty descreve um modelo de negócios que vai além do seguro, incluindo conteúdo editorial, programas de associação e operações de leilões, gerando receitas a partir de múltiplas frentes no mercado de veículos clássicos.
Durante a entrevista, o executivo destacou uma estimativa de até US$ 570 bilhões em transferência de riqueza no setor de colecionáveis, com ênfase na valorização de carros Ferrari como indicador de tendências.
Ainda segundo Hagerty, veículos elétricos podem surgir como o próximo item de alto apelo entre colecionadores, apontando mudanças na demanda futura do mercado.
A conversa ocorreu durante a transmissão da Bloomberg Open Interest, oferecendo leitura sobre as tendências atuais e futuras do setor de carros de coleção segundo a visão da Hagerty.
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