- O IPC-S de maio subiu 0,60%, e acumula alta de 4,11% em 12 meses.
- Em abril, o indicador avançou 0,88%; nas prévias de maio, houve alta de 0,75% (1ª), 0,66% (2ª) e 0,65% (3ª).
- A maior contribuição veio do grupo Transportes, cuja variação passou de recuo de 0,46% na terceira quadrissemana para queda de 0,71% na leitura final.
- Alimentação caiu de 1,44% para 1,29%; Saúde e Cuidados Pessoais caiu de 0,62% para 0,47%; Educação, Leitura e Recreação caiu de 0,22% para 0,20%.
- Habitação subiu de 1,02% para 1,18%; Vestuário subiu de 0,61% para 0,99%; Despesas Diversas subiu de 1,34% para 1,38%; Comunicação subiu de 0,06% para 0,09%.
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) de maio subiu 0,60%, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Em 12 meses, o indicador acumula alta de 4,11%.
No mês de abril, o IPC-S havia registrado avanço de 0,88%. Nas prévias de maio, as variações ficaram em 0,75% na primeira leitura, 0,66% na segunda e 0,65% na terceira.
Nesta apuração, a maior contribuição para o resultado veio do grupo Transportes, cuja taxa passou de um recuo de 0,46% na terceira quadrissemana para queda de 0,71% na medição final.
Também houve queda nas taxas de variação dos grupos Alimentação (de 1,44% para 1,29%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,62% para 0,47%) e Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,20%).
Por outro lado, houve avanço em outros componentes: Habitação aumentou de 1,02% para 1,18%, Vestuário de 0,61% para 0,99%, Despesas Diversas de 1,34% para 1,38% e Comunicação de 0,06% para 0,09%.
Principais mudanças por grupo
- Habitação: elevação contida, refletindo reajustes de custos de moradia e serviços.
- Vestuário: alta mais expressiva, acompanhando tendências de preços de itens de vestuário.
- Despesas Diversas: pressão leve a moderada, com papel relevante na composição mensal.
- Transporte: condições mais baratas contribuíram para o recuo, atenuando o peso do grupo no índice geral.
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