- O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) afirmou que o Pix é um exemplo de tratamento preferencial injusto e discriminatório, conforme divulgado pela imprensa.
- A Abecs disse que acompanha os desdobramentos sobre a competição no setor de pagamentos eletrônicos e reiterou apoio à pluralidade de arranjos.
- A associação afirma que diferentes modelos de pagamento, como cartões de crédito e débito e Pix, são benéficos para o consumidor e para a sociedade.
- A Abecs reúne emissores, adquirentes e bandeiras como Visa e Mastercard, que já expressaram desconforto com o papel duplo do Banco Central no Pix.
- A Zetta, que reúne Nubank e Mercado Pago, destaca o Pix como um dos principais SPIs do mundo e diz que o sucesso vem de governança, políticas públicas e tecnologia, com participação pública e privada.
A Abecs afirmou acompanhar os desdobramentos das discussões sobre competição no setor de pagamentos eletrônicos, após o USTR classificar o Pix como um exemplo de tratamento preferencial injusto e discriminatório. A entidade reafirmou sua posição sobre pluralidade de arranjos.
A associação, que reúne emissores, adquirentes e bandeiras como Visa e Mastercard, reforçou que o ecossistema de cartões e o Pix oferecem benefícios aos consumidores. A ideia é manter um ambiente de pagamentos inovador, competitivo e seguro.
A Zetta, que congrega fintechs como Nubank e Mercado Pago, destacu o Pix entre os principais SPIs do mundo. A entidade destacou que o sucesso se sustenta em governança, políticas públicas e tecnologia, com colaboração público-privada.
A Abecs disse que continuará monitorando o tema, defendendo decisões técnicas e baseadas em evidências. Segundo a entidade, tal abordagem preserva a integridade, a abertura e o potencial transformador do Pix no sistema financeiro brasileiro.
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