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BTG aponta que risco do real é maior do que a volatilidade sugere

Risco do real pode superar a volatilidade atual; leitura dos riscos demanda cautela, diz economista do BTG Pactual

Iana Ferrão, sócia e economista do BTG Pactual: leitura de risco é menos confortável do que a volatilidade corrente sugere
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  • A volatilidade realizada do câmbio brasileiro está em níveis historicamente baixos.
  • Apesar disso, o movimento do real pode embutir riscos que merecem atenção.
  • O alerta é da economista Iana Ferrão, sócia do BTG Pactual, em relatório sobre a oscilação do câmbio.
  • A leitura de risco é considerada menos confortável do que a volatilidade corrente sugere.

O câmbio brasileiro tem apresentado volatilidade realizada em níveis historicamente baixos, indicando menor oscilição recente. Mesmo assim, a leitura de risco não deve se basear apenas na atualidade do movimento do real.

A recomendação é de cautela vinda da economista Iana Ferrão, sócia do BTG Pactual, em relatório sobre a oscilação do câmbio brasileiro. Segundo ela, o cenário pode representar riscos ocultos que merecem atenção.

O estudo destaca que a volatilidade baixa não elimina incertezas relacionadas a fatores externos e internos. Ferrão aponta a necessidade de acompanhar sinais de maior sensibilidade a choques macroeconômicos e a impactos de política monetária sobre o câmbio.

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