- Metade das rodovias públicas brasileiras tem Baixo Perdão, correspondendo a 42.052 km, o que indica baixa capacidade de reduzir o risco de acidentes graves.
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- Apenas 4,8% das rodovias obtiveram Alto Índice de Perdão (4.024 km), caindo 1,4 pontos percentuais em relação à edição anterior.
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- Rodovias em concessões privadas apresentam melhor desempenho: 62% da extensão analisada tem Alto Perdão (18.670 km) e 2,4% são de baixo desempenho (718 km).
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- No conjunto, 37,5% da malha avaliada é Baixo Perdão (42.770 km), 42,7% é Médio Perdão (48.733 km) e 19,9% é Alto Perdão (22.694 km).
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- A variação regional mostra diferentes patamares, com o Sudeste tendo 41,0% de Alto Perdão, enquanto o Nordeste registra apenas 6,3% nessa faixa.
Metade das rodovias públicas brasileiras tem baixa capacidade de reduzir o risco de acidentes graves, aponta a CNT. Os dados, de 2025, mostram que 42.052 km da malha avaliada possuem baixo Perdão, ou seja, menor proteção a motoristas e passageiros.
Apenas 4,8% (4.024 km) alcançaram Alto Índice de Perdão, o nível mais alto de proteção. Na edição anterior, esse percentual era 6,2%, caindo 1,4 ponto percentual.
Concessões privadas apresentam melhores resultados: 62% da extensão analisada (18.670 km) têm Alto Perdão, enquanto 2,4% (718 km) ficaram com baixo desempenho. O restante da malha tende a ficar entre Médio e Baixo Perdão.
No panorama geral, 37,5% da malha (42.770 km) ficaram com Baixo Perdão; 42,7% (48.733 km), com Médio Perdão; e 19,9% (22.694 km), com Alto Perdão. A CNT ressalta que o índice mede proteção, não a frequência de acidentes.
A diretora-executiva Fernanda Rezende afirma que a qualidade da infraestrutura viária aumenta a gravidade de acidentes, e que avanços são desiguais, reforçando a necessidade de investimentos em segurança viária, especialmente nas rodovias sob gestão pública.
Índices por UF
- Sudeste: Alto Perdão 41,0% (12.686 km); Médio 40,4% (12.504 km); Baixo 18,5% (5.729 km).
- Sul: Alto 26,5% (5.030 km); Médio 47,3% (8.979 km); Baixo 26,1% (4.959 km).
- Centro-Oeste: Alto 13,0% (2.606 km); Médio 45,6% (9.145 km); Baixo 41,3% (8.284 km).
- Nordeste: Alto 6,3% (1.895 km); Médio 42,6% (12.916 km); Baixo 51,1% (15.483 km).
- Norte: Alto 3,4% (477 km); Médio 37,1% (5.189 km); Baixo 59,5% (8.315 km).
O índice de perdão avalia a capacidade de rodovias projetadas ou adaptadas para reduzir a gravidade de acidentes, considerando pavimento, sinalização, acostamentos, barreiras de proteção e outras medidas de segurança. A CNT esclarece que o método não mede a quantidade de ocorrências, mas a probabilidade de consequências graves ou fatais.
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