- O dólar abriu em baixa no início de junho, cotado a R$ 5,01, com queda de cerca de 0,33% em relação ao fechamento de ontem.
- O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) abriu consulta pública sobre um pacote de medidas corretivas que pode incluir tarifa de 25% sobre bens brasileiros, após classificar práticas comerciais locais como irrazoadas.
- A possibilidade de nova tarifa aumenta a incerteza para exportadores brasileiros, com impactos potenciais na competitividade de diversos setores.
- O petróleo segue em caso de tensão no mercado, com o contrato futuro de agosto cedendo cerca de 1,2% e operando em US$ 93,85 na ICE.
- A bolsa brasileira recua pelo quinto pregão seguido, com o Ibovespa em 172.197 pontos, e o setor de petróleo, combustíveis e gás mantendo o maior giro financeiro do ano.
O dólar abriu em baixa no segundo dia de junho, cotado a 5,01 reais no mercado de venda. O recuo ocorreu em meio a dúvidas sobre possíveis tarifas dos EUA sobre exportações brasileiras.
A Administração dos EUA analisa, em consulta pública, a aplicação de uma tarifa de 25% sobre bens importados do Brasil. A medida pode impactar setores exportadores, dependendo da versão final. O período de consulta ainda está em curso.
Entre os destaques do cenário, o mercado cita o uso do Pix como prática contestada em avaliações de competitividade. Analistas ressaltam incertezas sobre como eventuais mudanças influenciarão relações comerciais bilaterais com os EUA.
Petróleo opera em queda na ICE, com contrato de agosto recuando cerca de 1,2% para 93,85 dólares. A tensão geopolítica influencia o humor dos investidores em ambiente de risco.
A tensão geopolítica também segue acompanhada de cautela: Libano anunciando cessar-fogo parcial reduz temor de escalada no leste. Essa melhora ressalta menor probabilidade de conflito direto envolvendo EUA e Israel na região.
A Agência Internacional de Energia alerta para estoques globais de petróleo em níveis críticos ou historicamente baixos antes do pico de demanda do verão, caso o uso de estoques siga firme. Analistas destacam preocupação com a oferta global.
Na B3, o Ibovespa amargou quinta queda seguida, fechando em 172.197 pontos. O desempenho reflete volatilidade e atenção internacional a alternativas de commodities, com destaque para petróleo, combustíveis e gás.
No resumo setorial, o volume financeiro de ações ligadas ao petróleo subiu fortemente nos primeiros meses de 2026, com Petrobras respondendo pela maior parte das operações no mercado brasileiro. A movimentação indica concentração de liquidez no setor.
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