- A sétima edição do Fin4She Summit destacou a liderança feminina como força estratégica, com foco em investimentos, inovação, diversidade e estratégia corporativa.
- A CEO e fundadora Carolina Cavenaghi ressaltou a promoção de mentorias, tendências e oportunidades, promovendo espaços interativos para compartilhar histórias.
- Ana Rodela, CIO da Bradesco Asset, destacou a importância da construção de carreira, tomada de decisão, comunicação e entrega de resultados.
- Ana Estela Haddad, secretária de Informação e Saúde do Ministério da Saúde, comentou que o papel das mulheres no mercado financeiro e em cargos de liderança vem ganhando espaço.
- Entre as tendências, foram apontadas personalização de produtos, uso de inteligência artificial e transformações no ambiente de trabalho, com ênfase na relação entre mulher real, educação financeira e acesso ao capital.
A sétima edição do Fin4She Summit destacou a liderança feminina como força estratégica para decisões econômicas. Com foco em investimentos, inovação, diversidade e estratégia corporativa, o evento reuniu executivas e especialistas para discutir o papel das mulheres nos espaços de decisão.
A programação promoveu espaços interativos onde participantes puderam ouvir, falar e compartilhar experiências. A organizadora, CEO e fundadora, ressaltou que a iniciativa busca levar diversidade e equidade a um novo patamar, ampliando oportunidades no mercado financeiro.
Entre os destaques estiveram a participação de Ana Rodela, CIO da Bradesco Asset, que descreveu como construir carreira e tomar decisões ao longo da trajetória. Ela afirmou que ter uma opinião formada facilita a comunicação e a entrega de resultados.
Rodela também ressaltou que a experiência em gestão de investimentos contribui para o desenvolvimento de lideranças, destacando a necessidade de análise, visão estratégica e confiança para riscos calculados.
A crescente participação feminina no mercado financeiro e em cargos de liderança foi tema recorrente. Ana Estela Haddad, secretária de Informação e Saúde do Ministério da Saúde, comentou que o espaço de fala das mulheres mudou e a forma de se posicionar também.
Outra linha de debate apontou a demanda por personalização de produtos e serviços financeiros, levando instituições a revisitar estratégias de relacionamento e oferta de soluções, conforme painel com Juliana Cury, do Itaú Unibanco.
No âmbito da transformação do ambiente corporativo, aspectos como inteligência artificial, mudanças demográficas, inovação e novas formas de trabalho estiveram em pauta entre executivas e especialistas.
O evento também abordou o relacionamento da brasileira com o trabalho, com Renata Rivetti, da Reconnect, destacando a importância do protagonismo humano e dos valores nessa relação.
Empreendedorismo
Especialistas e fundadoras compartilharam experiências sobre inovação, gestão, captação de investimentos e construção de marcas em mercados em constante transformação.
Os painéis enfatizaram que empreender envolve mais que abrir uma empresa, principalmente diante da digitalização e da evolução de hábitos de consumo. Adaptabilidade e visão estratégica foram destacadas como essenciais.
Juliana Cury destacou que hoje se fala menos em produtos e mais em pessoas, com a personalização como estratégia central. A linguagem do setor tem valor para o cenário econômico atual.
Marcela Salles, da Shoulder, comentou que a marca busca acompanhar a evolução da mulher ao longo do tempo, enfatizando a proximidade com a clientela como fator de sucesso.
As discussões também trataram da importância de ampliar o acesso das mulheres a capital, educação financeira e espaços de influência econômica, para fortalecer o empreendedorismo feminino.
Segundo as participantes, fortalecer esse empreendedorismo implica impulsionar inovação, geração de empregos e desenvolvimento econômico em diferentes setores. A estratégia de comunidade e o foco na “mulher real” foram apontados como diferenciais.
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